sábado, 24 de janeiro de 2015

HIGIENE ÍNTIMA MASCULINA

REQUER CUIDADOS QUE MUITOS HOMENS NÃO TÊM
A praticidade com que os homens utilizam os toaletes costuma ser motivo de inveja para as mulheres: eles não precisam sentar no vaso sanitário para urinar e, muito menos, contar com papel higiênico para se secar. Entretanto, o que tradicionalmente é encarado como uma comodidade não é a postura correta. É preciso, sim, enxugar o pênis, para que a região não fique úmida e, consequentemente, suscetível à proliferação de fungos. Assim como esse detalhe, muitos outros sobre higiene íntima masculina não são levados a sério pelos homens.

* Veja as causas e sintomas do câncer de pênis* Prevenção do câncer de próstata

Se muitos se esquecem ou deliberadamente não lavam as mãos depois de usar o banheiro, imagine quantos se lembram, ou até mesmo sabem, que é recomendável enxaguá-las também antes de urinar? O raro hábito soa estranho, mas os urologistas afirmam que é importante cultivá-lo para não levar bactérias à região peniana e evitar infecção por alguma DST.

Na hora do banho, por exemplo, o pênis deve ser lavado com especial atenção. Além de evitar mau odor, a limpeza evita infecções por fungos e bactérias e o câncer de pênis. O urologista Rogério Simonetti, professor de Urologia da Unifesp (Escola Paulista de Medicina), explica que para limpar completamente é preciso retrair o prepúcio (pele que recobre a glande), lavar em volta da glande com sabonete e retirar todo o esmegma — secreção branca composta de células epiteliais descamadas, óleos e gorduras produzidas pelas glândulas do pênis – que fica acumulado na região, estendendo a higiene aos testículos, virilha e ânus.
Simonetti ressalta que a cautela deve ser redobrada nos homens que não operaram a fimose, já que o estreitamento pelo prepúcio facilita o acúmulo de sujeiras. Muitas vezes, nestes casos, é preciso utilizar sabonete íntimo, com pH fisiológico (entre 5 e 6), visto que alguns homens podem apresentar irritações da glande e do prepúcio com mais frequência.
Outra informação muitas vezes desconhecida é a importância de lavar o pênis após a relação sexual. O asseio ajuda a remover o lubrificante do preservativo que fica misturado ao sêmen. “Nas relações sem proteção também deve ser feita a higiene para remover o resíduo de esperma misturado às secreções vaginais”, acrescenta Simonetti. “Apesar de não garantir a proteção, a lavagem pode diminuir a probabilidade de infecção”, afirma Arap.

* Anomalias dos genitais masculinos

Em relação ao hábito de depilar a região, os especialistas dividem a mesma opinião: não há necessidade, apenas aparar os pelos é suficiente. “A depilação dos pelos pubianos aumenta a chance de inflamação cutânea, podendo causar foliculite – inflamação dos folículos capilares” explica Arap. A irritação pode ser agravada caso a peça íntima seja muito apertada, sem contar que cuecas mais soltas, tipo samba-canção, facilitam a circulação de ar e evitam umidade no pênis, por isso são as mais recomendadas pelos especialistas.
Quanto ao tipo de tecido, os modelos feitos de algodão são os melhores, pois os sintéticos aumentam a transpiração da região peniana. Para Arap, a questão mais relevante não é o modelo nem o tecido, e sim, não utilizar peças íntimas molhadas, que facilitam a proliferação de fungos.

Consequências da higiene precária

Além de infecções, a falta de higiene pode acarretar problemas mais sérios à saúde do homem, como aumentar o risco de surgimento do câncer de pênis. Apesar de raro (representa apenas 2% dos tumores malignos), a doença pode levar à amputação do órgão e até ao óbito, caso não seja tratada rapidamente. De acordo com o INCA-Instituto Nacional Do Câncer em 2009 surgiram 4637 novos casos de tumor peniano, sendo a maioria na região norte e nordeste.
A fimose também aumenta a possibilidade de surgimento do tumor. O risco ainda é maior quando o prepúcio deixa a passagem muito estreita, pois, com a glande encoberta pela pele, o paciente pode demorar para notar sintomas visíveis. Segundo Arap, a circuncisão (cirurgia da fimose) é considerada fator de proteção, capaz de reduzir para zero a probabilidade de contrair a doença.
Mais frequentemente, a falta de asseio pode causar balanite, uma inflamação na glande ou no prepúcio. Os principais sinais e sintomas são: sensação de coceira, ardor ou até mesmo dor na glande, que fica com a superfície avermelhada e apresenta secreções purulentas. Caso se prolongue até o prepúcio, a pele nessa região também fica vermelha e dolorida.
A falta de higiene íntima pode ainda acarretar problemas para as parceiras sexuais. Devido à anatomia do seu órgão genital, as mulheres são mais expostas a fungos e bactérias e contraem doenças com mais facilidade.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

HIDROSSALPINGE

A Hidrossalpinge é um acúmulo de líquido seroso na luz com distensão da parede das trompas, que ocorre devido obstrução do estio abdominal e uterino de uma ou duas trompas em conseqüência de malformações, processo inflamatório (mais freqüente). Ocorrendo bilateralmente, se não tratada, pode causar esterilidade. A

esterilidade por fator tubário corresponde a aproximadamente 30% dos casos. Em caso de esterilidade geralmente se recomenda a extirpação das trompas afetadas antes da fertilização in vitro. Apesar dos novos procedimentos para diagnóstico (salpingoscopia, histerossonografia, ultra-sonografia com Doppler colorido), a histerossalpingografia ainda persiste como exame de eleição para diagnóstico desta doença. Na realidade, não há exame ou procedimento que, isoladamente, faça o diagnóstico de 100% das doenças das trompas. No entanto, a associação de exames e procedimentos conduzem a um diagnóstico definitivo. A combinação de procedimentos que apresenta menos erros na avaliação tubária é histerossalpingografia + laparoscopia. A histerossalpingografia isolada apresenta sensibilidade de 63% e especificidade de 85% no diagnóstico de obstrução tubária. A ultra sonografia transvaginal isolada e mesmo associada à histerossonografia com Doppler é muito específica no diagnóstico, contudo, apresenta baixa sensibilidade. Estas situações podem apresentar-se como sequelas de infecções, aderências, que provocam a obstrução distal da trompa e acúmulo de líquido no seu interior. Ocorrem mais freqüentemente em mulheres com idade reprodutiva, podendo ser causa de esterilidade e muitas vezes não se traduzem por sintomas.
Por esta razão e motivo é muito importante fazer todos os exames antes de tentar engravidar para que não seja necessário fazer a retirada das trompas nos casos de gravidez ectópica. 
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ENDOMETRIOSE

Doença caracterizada pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve: trompas, ovários, intestinos e bexiga.

Todos os meses, o endométrio fica mais espesso para que um óvulo fecundado possa se implantar
nele. Quando não há gravidez, esse endométrio que aumentou descama e é expelido na menstruação. Em alguns casos, um pouco desse sangue migra no sentido oposto e cai nos ovários ou na cavidade abdominal, causando a lesão endometriótica. As causas desse comportamento ainda são desconhecidas, mas sabe-se que há um risco maior de desenvolver endometriose se a mãe ou irmã da paciente sofrem com a doença.

É importante destacar que a doença acomete mulheres a partir da primeira menstruação e pode se estender até a última. Geralmente, o diagnóstico acontece quando a paciente está na faixa dos 30 anos.

Hoje, a doença afeta cerca de seis milhões de brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (13 a 45 anos) podem desenvolvê-la e 30% tem chances de ficarem estéreis.

SINTOMAS
Os principais sintomas da endometriose são dor e infertilidade. Aproximadamente 20% das mulheres têm apenas dor, 60% têm dor e infertilidade, e 20% apenas infertilidade.

Existem mulheres que sofrem dores incapacitantes e outras que não sentem nenhum tipo de desconforto. Entre os sintomas mais comuns estão:

• Cólicas menstruais intensas e dor durante a menstruação;
• Dor pré-menstrual;
• Dor durante as relações sexuais;
• Dor difusa ou crônica na região pélvica;
• Fadiga crônica e exaustão;
• Sangramento menstrual intenso ou irregular;
• Alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação;
• Dificuldade para engravidar e infertilidade.

A dor da endometriose pode se manifestar como uma cólica menstrual intensa, ou dor pélvica/abdominal à relação sexual, ou dor “no intestino” na época das menstruações, ou, ainda, uma mistura desses sintomas.

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

AIDS / .HIV

Aids é uma doença que ataca o sistema imunológico devido à destruição dos glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A Aids é considerada um dos maiores problemas da atualidade pelo seu caráter pandêmico (ataca ao mesmo tempo muitas pessoas numa mesma região) e sua gravidade.

A infecção da Aids se dá pelo HIV, vírus que ataca as células do sistema imunológico, destruindo os glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A falta desses linfócitos diminui a capacidade do organismo de se defender de doenças oportunistas, causadas por micro organismos que normalmente não são capazes de desencadear males em pessoas com sistema imune normal.

Transmissão/ Contágio

O HIV pode ser transmitido pelo sangue, esperma e secreção vaginal, pelo leite materno, ou transfusão de sangue contaminado. O portador do HIV, mesmo sem apresentar os sintomas da Aids, pode transmitir o vírus, por isso, a importância do uso de preservativo em todas as relações sexuais.

Sabendo disso, você pode conviver com uma pessoa portadora do HIV ou da Aids. Pode beijar, abraçar, dar carinho e compartilhar do mesmo espaço físico sem ter medo de pegar o vírus da Aids.

Quanto mais respeito e carinho você der a quem vive com HIV/Aids, melhor será a resposta ao tratamento, porque o convívio social é muito importante para o aumento da auto-estima das pessoas e, consequentemente, faz com que elas cuidem melhor da saúde.
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Corrimento vaginal,inflamações e infecções

"O corrimento vaginal pode ter várias causas e, na maioria dos casos, pode ser evitado e facilmente tratado. Hábitos de vestir do mundo moderno influenciam o surgimento deste mal feminino, assim como a prática sexual desprotegida. Trata-se de uma inflamação dos tecidos vaginais que passam a produzir secreção anormal, com sintomas como o surgimento de muco, odores, dor, prurido e coceira. O exame clínico e a prevenção são as melhores armas para combatê-lo".

Corrimento Vaginal ou Leucorreia é o nome dado a algumas doenças que acometem a mulher desde cedo em sua vida. As causas são diversas, dentre elas se destacam hábitos de vestir do mundo moderno; como poderemos ver a seguir, corrimento vaginal é uma inflamação dos tecidos vaginais que passam a produzir secreção anormal. O sintoma mais evidente da secreção vaginal anormal é o surgimento de muco em grandes quantidades ou com odor intenso, além da presença de dor ou moléstia vaginal e prurido. As características são diferenciadas em função da origem da inflamação: infecção por cândida, por Trichomonas vaginalis, bacteriana, herpética, pólipos cervicais, câncer ou sífilis. Um exame minucioso do médico assistente, que complementaria as informações com outros recursos da medicina, permitirá um diagnóstico adequado.

Algumas causas de importante conhecimento.

Com o aumento das roupas sintéticas, lycra, por exemplo, que impede a respiração do corpo, enfim a ventilação dos órgãos, aumentaram consideravelmente os casos de corrimento vaginal. Quando não há transpiração, vemos a glândula abafada, como se estivesse usando uma máscara, com aumento da secreção sebácea. Segundo os ginecologistas, no início, a calcinha servia como uma proteção contra os tecidos que eram em couro ou brim duro. As mulheres, antigamente usavam calcinhas de bombachas grandes. Paulatinamente passaram a ficar menores, até encostarem-se à saída vaginal. Logo depois surgiu a lingerie em forma de lycra ou renda e os grandes problemas começaram. "Eu costumo indicar o uso de calcinhas de algodão, pois as fibras permitem uma ventilação melhor". Seria uma poluição não ambiental, e sim de vestuário. Outro fator importante é a utilização de amaciantes, ou sabonetes perfumados ou até o uso papel higiênico perfumado, que são elementos irritantes. Evitar o uso de toalhas ou roupas íntimas de outras pessoas é recomendável, bem como secar bem todo o corpo depois do banho. Ainda há mulheres que insistem em fazer a higiene de forma errada, pois o indicado é limpar da vulva até o ânus e não ao contrário.

Os Tipos de Secreções da Mulher

A mulher possui uma secreção que se modifica conforme o ciclo menstrual. No meio do ciclo observa-se uma secreção mais gelatinosa, que corresponde à época da ovulação. Antes da menstruação ela se torna mais leitosa e espessa e corresponde ao aumento da fase pré-menstrual. Essas secreções são cíclicas, se mantém de uma maneira única, mas quando começa a acontecer uma irritação, as bactérias, que são habitantes costumeiras das áreas úmidas, se prevalecem dessa situação.

Sintomas da Contaminação

Depois de contaminado o tecido, começa a coçar, ou produzir uma dor mais forte. Muito embora o corrimento não se resuma só nisso, há vários fatores, como o stress que libera substâncias que permitem o aparecimento de fungos. A própria gravidez facilita a chegada dos fungos. O fungo, provoca uma coceira desesperadora, e o corrimento é abundante como uma coalhada, embora não haja dor nas mulheres que não tem sintoma nem de um nem de outro. Tem gente que tem a secreção contínua sem agentes bacterianos.

Candidíase ou Monilíase Vaginal

Dos mais irritantes corrimentos, pois provoca muco espesso, tipo nata de leite e, geralmente, a candidíase ou monilíase vaginal é acompanhada de coceira ou irritação intensa. Cândida é o fungo que provoca a candidíase, uma micose. A cândida aparece em organismos com baixa imunológica ou quando a resistência vaginal está diminuída. Entre os fatores determinantes estão: o uso de antibióticos, gravidez, diabetes, infecções, deficiência imunológica e medicamentos como anticoncepcionais e corticoides.

Às vezes o parceiro aparece com pequenas manchas vermelhas no pênis. O tratamento é com antimicóticos. Esse fungo é encontrado no estômago, intestino, pele, boca (sapinho) e na mucosa da vagina. Cerca de 90% das mulheres podem ser infectadas pela cândida pelo menos uma vez.

Esse tipo de fungo costuma aparecer uma semana antes do fluxo menstrual.

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att: Rita de Souza & Engrácia Souza Reflexão: "Não procure ser o melhor, mas sim o mais simples. Porque até a maior árvore começa do chão." CASCAS & RAÍZES DA AMAZÔNIA CNPJ:11.816.307/0001-81 www.facebook.com/CascasERaizesDaAmazonia veja todos os nossos produtos e preços acessando o link: www.ritadesouza.wix.com/saudedamulher Quaisquer dúvidas ou informações ligue: Fixo: Oi (91)3771-4894 ou 3618 - 2045 *Celulares:(91)8988 - 7076 Tim / 8488-8730 Claro / 9639 - 9095 Oi

Eu engravidei com as garrafadas de ervas medicinais de Rita De Souza, fui tentante por 13 anos

Mariana Julyane
Boa Noite Meninas !
E com muita alegria que venho contar a voces que o meu milagre Chegou.
Fazia treze anos que eu vivia em uma grande turbolencia.
Queria muito engravidar novamente pois tenho uma filha linda, quando minha filha estava com 1 ano e pouco resolvi engravidar novamente primeiramente fui fazer uma ultra pra levar pra minha Go, pra minha tristeza a medica me perguntou se eu ja tinha feito laqueadura falei que nao.foi quando cheguei em casa e comercei a pesquisar o que e laqueadura pois ate o momento eu nao sabia quando eu vi entrei ei desispero laqueadura era uma ligaçao das trompas nao poderia ter mais filho, como minha filha foi cesaria imaginei que o medico avia feito minha ligaçao sem minha permissao chorei muito muito mesmo no passar do tempo fiz varios exames tomei varios ovulatorios e nada.o meu desespero aumentando cada dia mais pra acabar minha irma engravidou eu chorava tanto eu sempre a acompanhava e via varias mulheres gravidas eu chorava tanto.
Quando minha mostrenga chegava eu chorava demais foi quando eu disse pra Deus senhor me ilumine eu nao aguento mais eu nao aceito isso que esta acontecendo nao aceito mesmo foi quando cheguei no trabalho e entrei na net e procurei tratamentos para engravidar pra minha sorte encontrei Rita de Souza o anjo que Deus colocou na minha frente que dizer os dois anjos a Engracia Souza outro anjo Iluminado. Expliquei meu caso ela me indicou o kit saude das

trompas e saude do ultero comprei os dois sem pensar duas vezes quando meu kit chegou falei pra Deus senhor o senhor me mostrou o meu milagre quando te pedi eu creio que meu milagre chegou tomei direitinho da forma que ela me explicou e ainda liguei varias vezes pra perguntar e elas com paciencia me explicavam com a maior paciencia hoje estou com melagrao no meu ventre so tenho a agradecer a voce dona Rita de Souza e a voce Engracia meus anjos enviado por Deus e dizer a voces meninas nao desistam Deus ah de manda o milagre de voces este ano vai chove positivo desculpa qualquer coisa mais eu estou Amando tudo isso em breve quero ver muitoa positivos em nome de Jesus a promessa de Deus e certa.
Hoje estou com meu bebe de 5 semanas e 6 dias ...
Para hora e a gloria de Jesus.

att: Rita de Souza & Engrácia Souza
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Anovulação

Um ciclo anovulatório é aquele no qual os ovários falham em liberar um oócito. Desta forma, a ovulação não acontece. Porém, uma mulher que não ovula a cada ciclo menstrual (anovulação crônica) não necessariamente está passando pela menopausa. Anovulação crônica é uma causa comum de infertilidade. Adicionalmente à alteração dos períodos menstruais e infertilidade, anovulação crônica pode causar ou exacerbar outros problemas de longo prazo, como hiperandrogenismo e osteopenia. Anovulação crônica desempenha um papel central em desequilíbrios múltiplos e disfunções da síndrome do ovário policístico.

Anovulação decorrente de desequilíbrio hormonal ou químico

O desequilíbrio químico ou hormonal é a causa mais comum de anovulação, responsável por em torno de 70% dos casos.
1. Em torno de metade das mulheres com desequilíbrio hormonal não produzem folículos suficientes para assegurar o desenvolvimento de um óvulo. Isso pode ser causado por pouca secreção hormonal da glândula pituitária ou do hipotálamo.
2. A glândula pituitária controla a maioria das outras glândulas hormonais no corpo humano. Desta forma, qualquer mal funcionamento da glândula pituitária afeta outras glândulas sob a sua influência, das quais os ovários. Isso ocorre em torno de 10% dos casos. Glândulas mamárias também são controladas pela glândula pituitária, o que pode então afetar também a lactação.
3. O hipotálamo controla a glândula pituitária. Em 10% dos casos, alterações nos sinais químicos do hipotálamo podem facilmente afetar os ovários e provocar anovulação.
4. Existem outras anormalidades hormonais sem ligação direta às mencionadas acima que também podem afetar a ovulação. Mulheres com hipotiroidismo ou hipertiroidismo algumas vezes têm problemas de ovulação. Disfunções da tireóide podem provocar anovulação ao perturbar o equilíbrio dos hormônios naturais da reprodução. Síndrome do ovário policístico e hiperprolactinemia também podem causar anovulação através de desequilíbrios hormonais.

Anovulação decorrente de problemas funcionais

1. Os ovários podem parar de funcionar em torno de 5% dos casos. Isso pode ser devido aos ovários não conterem ovos. Porém, um bloqueio completo dos ovários raramente é causa de infertilidade. Ovários bloqueados podem começar a funcionar novamente sem explicação médica clara.
2. Um choque emocional significativo pode temporariamente afetar o funcionamento do cérebro e ocasionar disfunções do hipotálamo. Porém, isso não é muito comum.
3. Em alguns casos, o ovo pode amadurecer apropriadamente, porém o folículo pode não romper. Isso é chamado de síndrome de folículo luteinizado não roto.
4. Danos físicos aos ovários, ou ovários com múltiplos cistos, podem afetar a sua capacidade de funcionar. Isso é chamado distrofia ovariana. Mulheres com síndrome do ovários policístico também pode causar anovulação.
5. Perda de peso ou anorexia também podem causar desequilíbrio hormonal, ocasionando ovulação irregular. Por outro lado, excesso de peso também pode ocasionar disfunções ovarianas.

Sinais e sintomas da anovulação

A anovulação é geralmente associada a sintomas específicos. Porém, é importante notar que eles não necessariamente são mostrados simultaneamente.
1. Amenorreia (falta de menstruação) ocorre em torno de 20% das mulheres com disfunção ovulatória.
2. Menstruação não freqüente e leve ocorre em torno de 40% das mulheres com disfunção ovulatória.
3. Menstruação irregular, quando 5 ou mais ciclos menstruais no ano são 5 ou mais dias menores ou maiores que a média.
4. Falta de mastalgia (dor ou sensibilidade nos seios) ocorre em torno de 20% das mulheres com disfunção ovulatória.
5. Aumento de pelos no corpo e face.

Tratamento da anovulação

É possível restaurar a ovulação usando medicação apropriada. A anovulação é tratada com sucesso em aproximadamente 90% dos casos. O primeiro passo é diagnosticar anovulação. A identificação da anovulação, ao contrário do que comumente acredita-se, não é fácil. Mulheres com anovulação ainda assim podem ter ciclos menstruais regulares. Em geral, as pacientes somente notam que há problema quando resolvem engravidar. O acompanhamento da temperatura é uma forma útil de dar pistas precoces sobre anovulação e ajudar o diagnóstico.

Os tratamentos disponíveis para anovulação são geralmente bem eficientes. Ovários são relativamente fáceis de estimular e em 90% dos casos a ovulação pode ser induzida com medicação apropriada. Porém, o tratamento da anovulação deve buscar a mono-ovulação e não super-estimular os ovários. Os riscos associados à gravidez múltipla (gêmeos, trigêmeos, etc.) são bem maiores do que a gravidez de um único filho.

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CISTOS DE OVÁRIOS, MIOMAS E POLIPOS

Como afetam a saúde da mulher e a fertilidade...

O útero sempre despertou atenção e foi visto com encantamento e mistério. Sendo o "centro da vida", é normal que gere curiosidade e em alguns casos. Fonte de alegrias quando gera o filho tão amado, ele pode se tornar um grande inimigo insidioso. Por isso os cuidados com esse órgão tão importante devem ser rotina de todas as mulheres e não só das que querem engravidar.

Miomas, pólipos e cistos são palavras que descrevem alguns dos problemas mais comuns do útero. As informações costumam ser vagas ou nem existir. Fala-se em prevenção (exame de papanicoloau), mas a maioria das mulheres não sabe o que essa prevenção realmente previne. Este artigo se destina a mostrar as características de cada um, o risco envolvido e como tratar.

Mioma

O mioma (fibroma uterino) é um tumor sólido e benigno (não é câncer), que acomete as mulheres em idade fértil. Muitas vezes assintomáticos, e as mulheres só descobrem que têm esse problema na consulta com um ginecologista. Esses tumores podem se localizar em vários pontos do útero e até fora dele. Variam em tamanho podendo ser pequenos como cabeças de alfinete, ou grandes, pesando alguns quilos. Pode ser um só ou vários. Acomete de 30 a 60% das mulheres adultas. Fique atenta se você tiver os seguintes...

Sintomas:

Aumento do fluxo menstrual ou sangramento fora do período menstrual

Dor pélvica
Aumento do volume abdominal sem aumento significativo de peso
Infecções urinárias recorrentes
Incontinência urinária
Prisão de ventre
Infertilidade

Causas:

As causas são desconhecidas, mas existem fatores de risco e agravantes. É mais comum em mulheres da raça negra. O seu crescimento está associado aos hormônios, estrogênio e recentemente se descobriu que também à progesterona.

Diagnóstico e Tratamento:

Para o diagnóstico são feitos exames pélvicos e uma ultrassonografia endovaginal. Em alguns casos a ressonância magnética. A biopsia pode ser indicada para descartar a possibilidade de ser câncer, se os sintomas forem parecidos.

O tratamento geralmente consiste no uso de hormônios, contraceptivos orais, tratamento da anemia, analgésicos e cirurgias. Em alguns casos, a retirada do útero (histerectomia) se faz necessária. A maioria dos miomas regride com a menopausa.

Pólipos

O revestimento interno do útero é chamado de endométrio. Caso o endométrio cresça e se projete (como se fosse um dedo pequenininho) é chamado de pólipo endometrial ou endocervical dependendo da localização. Geralmente são benignos, sendo raro - cerca de 0,5% a possibilidade que sejam neoplasias (câncer). Não são contagiosos como muitas pessoas pensam. Também não devem ser confundidas com outras projeções de tecido (a ectocérvice) que parecem verrugas e estão relacionadas com infecção pelo vírus HPV. Essas podem se tornar câncer. As causas incluem estímulos hormonais sobretudo de estrogênio.

Sintomas:

(Alguns casos não apresentam sintomas)

Aumento do volume menstrual
Alterações da menstruação
Sangramento após esforço físico
Sangramento após a relação sexual
Dispareunia (dor na relação sexual)
Infertilidade
Diagnóstico e tratamento:

A colposcopia ou histeroscopia é o exame que detecta o pólipo. Pode ser também o ultrassom endovaginal.

O tratamento dos pólipos cervicais é a remoção por histeroscopia, que pode ser realizada no consultório.

Cistos

Dependendo da localização, os cistos podem ser de ovário (Síndrome do ovário policístico) ou Cistos de Naboth.

Cistos de Naboth ou folículos de Naboth se localizam no colo do útero e são devidos às secreções das glândulas de Naboth que estão no colo do útero. Essas secreções bloqueadas por um tecido que parece pele se acumulam na glândula formando um cisto arredondado.

Geralmente não apresentam sintomas, mas evidenciam que houve uma infecção ou irritação no colo do útero.

Diagnóstico e Tratamento:

Podem ser visíveis ao exame pélvico. A colposcopia ou retirada dos cistos é o tratamento comum, em alguns casos pode ser utilizada a biopsia para avaliar o cisto e dar um diagnóstico preciso, eliminando outros problemas, mas geralmente não é necessária biopsia.

O melhor tratamento é ainda a prevenção. Faça os exames preventivos regularmente e consulte o ginecologista pelo menos uma vez ao ano.

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Síndrome dos ovários policísticos

É uma doença seria...

Síndrome dos ovários policísticos é um distúrbio hormonal comum nas mulheres em idade reprodutiva. Também conhecida como síndrome de Stein-Leventhal, a doença é definida por um aumento de tamanho dos ovários, que criam várias bolsas cheias de líquido (cistos).

É comum a mulher apresentar elevados níveis de hormônios masculinos, ao ponto de, em certos casos, apresentar características masculinas, como excesso de pelos. Em adolescentes, a menstruação pouco frequente ou ausente pode ser sinal da doença.

A causa exata da síndrome dos ovários policísticos é desconhecida. O diagnóstico e o tratamento precoces podem reduzir o risco de complicações de longo prazo, tais como diabetes do tipo 2 e as doenças cardíacas.

A medicina ainda não descobriu o que causa a síndrome dos ovários policísticos. No entanto, alguns fatores são frequentemente associados com a doença:

Fatores de risco:

Excesso de insulina
Resistência insulínica
Histórico familiar
Baixo peso ao nascer
Pubarca precoce (aparecimento dos pelos pubianos no início da puberdade).

Os primeiros sintomas da síndrome dos ovários policísticos geralmente acontecem logo após a primeira menstruação. Em alguns casos, a doença se desenvolve mais tarde, durante os anos reprodutivos, provavelmente em resposta a algum gatilho hormonal, como o ganho de peso.

Os sintomas variam de pessoa para pessoa, assim como a gravidade. Para ser diagnosticado com a doença, é preciso ter pelo menos dois dos seguintes sinais:

Menstruação anormal, por exemplo, com intervalos menstruais de 35 dias, menos de oito ciclos menstruais por ano, amenorreia por quatro meses ou mais e períodos de menstruação intensa e prolongada.Níveis elevados de hormônios masculinos (andrógenos), que podem resultar em características físicas como excesso de pelos faciais e no corpo, acne adulta ou adolescente severa, calvície de padrão masculino
Pequenos cistos nos ovários identificados em ultrassonografia.

Síndrome dos ovários policísticos pode levar à infertilidade?

A síndrome merece atenção, se não for tratada, pode levar à infertilidade SIM. Quando a síndrome não é tratada, pode deixar a mulher infértil. "Sabe-se que, devido ao aumento dos hormônios masculinos, a paciente tende a ter uma maior quantidade de ciclos não-ovulatórios e uma maior resistência aos hormônios, o que dificulta a produção dos óvulos".

Outro fator gravíssimo da síndrome
Apesar de não atrapalhar as relações sexuais, a síndrome pode favorecer o aborto, caso a grávida não realize um acompanhamento médico. "As mulheres podem ter uma diminuição da produção de progesterona pelo ovário, que é aquele que mantém a gravidez nas suas fases iniciais". Portanto, as futuras mamães com ovário policístico devem receber uma suplementação de progesterona nos primeiros três meses de gestação, para que não se aumente as chances de perder o bebê - quando comparadas com as gestantes sem a doença.

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Testosterona baixa em homens

Sinais de testosterona baixa

Cansaço e perda de libido podem estar relacionados ao hormônio

O efeito dos hormônios na personalidade das mulheres é bem conhecido, principalmente na fase da TPM. Mas, e os homens? Eles também são afetados pela produção hormonal? Sim, a testosterona, principal hormônio presente no organismo masculino, influencia o comportamento, o desempenho sexual e também algumas características físicas. Os níveis de testosterona no sangue do homem caem naturalmente com o passar da idade, aproximadamente 1% ao ano a partir dos 40. "Dessa forma, é importante incluir a dosagem de testosterona em seus exames de rotina a partir dessa idade, pois uma baixa dosagem nesse período pode ser um sinal de alerta para problemas com a deficiência desse hormônio no futuro", diz. No geral, os níveis adequados de testosterona variam entre 300 a 900 nanogramas por decilitro de sangue.

Entretanto, alguns homens podem sofrer com taxas reduzidas desse hormônio mais cedo do que o esperado, causando uma série de alterações e sintomas pelo corpo todo, sendo necessária a reposição hormonal.
 "Obesidade e doenças crônicas, como bronquite e problemas cardíacos, são fatores que podem acarretar na alteração do hormônio", explicam os endocrinologistas. Entenda como a deficiência de testosterona pode afetar seu organismo e, na dúvida, converse com seu médico:

Baixo interesse sexual

Esse é o sintoma mais específico para desconfiar de baixos níveis de testosterona no organismo. "Inclusive, pode ser possível perceber uma perda da potência sexual, ou mesmo uma disfunção erétil". Um sinal mais claro para a deficiência desse hormônio pode ser a falta de ereções matinais - aquelas ereções "involuntárias", que se tem ao acordar. Os  homens com essa característica também têm maiores chances de sofrer com infertilidade. Entretanto, os baixos níveis de testosterona por si só raramente são a única razão para ereções mais fracas - outros problemas como doenças cardíacas e diabetes, também podem estar associados.

Cansaço excessivo

A fadiga também é um efeito comum de baixos níveis de testosterona. "Isso acontece porque o hormônio também está relacionado com a produção de energia, e taxas reduzidas refletem na forma de cansaço". O cansaço e a falta de disposição precisam aparecer em conjunto com os outros sintomas associados à testosterona, pois sozinho pode ser um indicativo para vários outros problemas.

Pensamento confuso e problemas de memória

"A testosterona também atua diretamente no sistema nervoso, incluindo áreas responsáveis pela cognição e concentração", afirmam os endocrinologistas. Dessa forma, baixos níveis do hormônio também se traduzem como uma dificuldade para manter a concentração em atividades ou mesmo assimilar conceitos. "Uma consequência dessa falta de atenção pode ser a dificuldade de memorização".

Mudanças de humor

De acordo com as pesquisas os baixos níveis desses hormônios estão relacionados com o aumento dos casos de depressão masculina na terceira idade. "Como a testosterona também age no sistema nervoso, uma mudança em sua produção afeta o bem-estar e o humor dos homens".O resultado é um sentimento maior de tristeza, que pode evoluir para uma doença.

Dificuldade para construir músculos

É fácil perceber a influência da testosterona nos músculos dos homens. "Por volta dos 12 anos, quando os testículos começam a produzir a testosterona, os meninos ficam mais fortes".De acordo com os especialistas, essa diferença aumenta no período entre 20 e 30 anos, quando os homens têm um pico nos níveis de testosterona no sangue. No entanto, se as taxas estão reduzidas, o homem pode ter dificuldade para criar massa muscular, principalmente na região do abdômen. "Inclusive, em alguns casos, o homem pode até perder massa muscular por conta das taxas alteradas de testosterona".

Acúmulo de gordura corporal

O homem não só perde massa muscular quando a testosterona não está adequada, como também ganha gordura na região do abdômen. "Isso porque os músculos que ele perde irão se transformar em gordura, e essa mudança se dá principalmente na cintura". Além disso, se você não está em construção muscular adequada, o seu corpo deixa de usar os alimentos que você ingeriu para este fim, transformando tudo em gordura.

Perda de massa óssea

 O homem tem uma diminuição também da massa óssea relacionada à testosterona. "Isso inclusive é uma das causas mais importantes de osteoporose masculina". Uma pesquisa da University of Western Australia, que acompanhou 3.600 homens com mais de 70 anos, mostra que os baixos níveis de testosterona podem estar relacionados a problemas de mobilidade e a fragilidade de ossos em idosos. Isso acontece porque o hormônio atua na densidade óssea, e sua deficiência pode fragilizar o órgão.

Baixo crescimento de pelos

O crescimento de pelos em algumas áreas está diretamente ligado à produção de testosterona, tanto nos homens quanto nas mulheres. É a partir do momento que esse hormônio começa a ser produzido, por volta dos 12 anos de idade, que os pelos no rosto, tronco, nádegas, virilha e região púbica começam a crescer nos homens. Dessa forma, níveis mais baixos de testosterona podem levar a um crescimento mais baixo de pelos faciais, pubianos e pelos nos braços e pernas. Mas não é a baixa de testosterona a responsável por queda de cabelo ou calvície, por exemplo. Nesse caso, o hormônio relacionado com a queda de cabelos é a diidrotestosterona, que é uma transformação da testosterona. "As pessoas calvas têm enzimas no couro cabeludo com uma capacidade maior de transformar a testosterona do sangue em diidrotestosterona para agir no folículo capilar". Dessa forma, um homem com calvície poderá tê-la por conta de uma alteração nas enzimas do couro cabeludo, e não por conta da testosterona circulante no sangue.

 Problemas para dormir

"A deficiência em testosterona pode deixar o sono prejudicado, no sentido de que ele fica menos relaxante, menos restaurador". Em alguns casos, a baixa testosterona pode causar agitação durante a noite e até mesmo episódio de insônia. "Entretanto, é importante lembrar que esses sintomas aparecem em conjunto quando o problema está relacionado com a testosterona - se surgirem separadamente, pode ser sintoma de outro problema".


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TROMPAS OBSTRUÍDAS

Uma das causas de INFERTILIDADE

Diversos problemas podem ocasionar a obstrução das trompas uterinas, dentre eles: infecções, endometriose, mioma, cirurgias na região abdominal e até algumas patologias, como a tuberculose, e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), como gonorreia. Além disso, aderências na cavidade abdominal também podem afetá-las e provocar algum tipo de obstrução.

Vale destacar que, no processo de fecundação, as trompas de Falópio têm papel importante, pois por meio delas é possível o encontro entre espermatozoides e óvulo. Ou seja, se houver algum tipo de obstrução ou lesão, a fecundação acaba comprometida e, neste caso, não há a formação do embrião.

A partir de uma suspeita, exames específicos podem identificar se existe algum tipo de obstrução ou lesão. A origem do problema, sua gravidade e localização irão direcionar o tipo de tratamento indicado. Em alguns casos, uma microcirurgia pode corrigir e reajustar o seu funcionamento. Isso não impede que ocorra sequencialmente uma gestação ectópica, um tipo de gravidez anormal que ocorre fora do útero e, geralmente, se dá em uma das trompas, mas pode desenvolver-se também no ovário ou no colo do útero. Este tipo de gestação costuma ser interrompida entre seis e 12 semanas.

Também é importante lembrar que, a tentativa de corrigir a obstrução, não é uma garantia de sucesso para a fertilidade. Existem casos em que, após este tipo de procedimento, a paciente não consegue engravidar e acaba sendo encaminhada para a fertilização in vitro (FIV). Se as trompas também estiverem bastante alteradas (espessas e rígidas) e as pregas da mucosa não forem mais tão visíveis, a microcirurgia é descartada, e a FIV é a melhor solução.

Neste caso, a obstrução nas trompas torna-se irrelevante, afinal os óvulos são retirados do ovário e fertilizados (in vitro), ou seja, em laboratório. Assim que ocorre a fertilização, os embriões são transferidos diretamente para o útero, onde irá ocorrer a gestação de forma natural.

A MEDICINA ALTERNATIVA

Tem ajudado em cerca de 90% , muitas mulheres na desobstrução das trompas com produtos 100% NATURAIS, nos casos da matéria acima citados. A maioria das mulheres que nos procuram tem entre 30 e 50 anos; mulheres que já usaram todos os recursos da medicina convencional sem nenhum sucesso. Chegam aqui sem expectativas pois já estiveram com os melhores especialistas em reprodução humana e tentaram 1,2 ou até 3 vezes sem obter o resultado desejado o POSITIVO e muitas das que conseguiram a gravidez não seguiu adiante por várias razões.

Não estou prometendo ha vocês 100% de certeza mais estamos dando a todas 90% de chances, isso é muito quando já não há mais nenhuma. Temos ajudado a muitas mulheres como vocês podem ter lido ai nos depoimentos na nossa fanpage,link abaixo.





Ao lado você verá o nosso kit saúde das trompas e os itens do kit discriminados.
Esse kit contem:
4 Garrafadas para desobstrução das trompas
3 Saches de ervas medicinais desinflamatórias
1 Ducha Genecológica
1 Frasco de Óvulo Medicinal
2 Sabonetes Liquido 200 ml cada





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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Corrimentos,Tratamento natural a base de Ervas Medicinais

Toda a mulher apresenta uma umidade natural produzida pela mucosa da vagina. Essa secreção, aliás, é importante para garantir a lubrificação do órgão durante o sexo e protegê-lo de infecções.

"O corrimento apresenta condições ideais para a proliferação de uma bactéria responsável por manter
o ph da região mais ácido, dificultando, assim, a proliferação de germes e bactérias que podem prejudicar o organismo".
Ter corrimento é normal

A quantidade com a qual essa secreção é produzida varia de pessoa para pessoa e depende de fatores hormonais.

Antes da menstruação, por exemplo, é normal ter um corrimento intensificado graças ao aumento dos níveis de progesterona. Já na menopausa, quando há uma menor produção deste, a secreção vaginal diminui.
Quando algo está errado

Para que seja considerada normal, a secreção deve ser parecida com a clara do ovo, ou seja, translúcida e viscosa. "Corrimentos de coloração branca opaca ou em outros tons muito fortes, como amarelo, verde ou marrom, podem estar relacionados a uma infecção".

Em muitos casos, a secreção anormal vem acompanhada de outros sintomas, como dor durante a relação sexual, corrimento com cheiro forte e coceira nos genitais.
Quais são as causas?

Normalmente, as infecções surgem por falta de higiene íntima ou durante o ato sexual desprotegido. "É possível ainda também infectar-se toda vez que estivermos com imunidade baixa".
Dicas para minimizá-lo

1) Prefira as calcinhas de algodão.
2) Procure lavar as calcinhas com sabão neutro (côco)
3) Use o nosso kit-Saúde da mulher contra inflamações,odor,coceira vaginal e mancha escura na
virilha.
Consulte o seu Médico
                                           

Mioma uterino....

Mioma uterino, também chamado de leiomioma (leio=liso + mio = músculo + oma = tumor benigno), é um tumor
benigno do útero. É um tumor sólido de tecido muscular e caráter benigno que acomete as mulheres principalmente na fase reprodutiva da vida, isto é, na fase em que menstruam e podem engravidar.
 É também nessa fase que os sintomas se manifestam, embora haja casos absolutamente assintomáticos. Existe uma incidência muito grande de mulheres assintomáticas, que descobrem ser portadoras de mioma uterino quando procuram o ginecologista para uma consulta de rotina.

O útero é um órgão majoritariamente composto por músculos. O mioma é um crescimento anormal de uma área desta musculatura, formando geralmente uma tumoração com formato arrendondado. O mioma é composto exatamente pelo mesmo tecido do útero, sendo apenas uma lesão mais densa. Existem quatro tipos de mioma, classificados de acordo com sua localização no útero. Acompanhe as explicações com a ilustração abaixo:

Mioma Submucoso

 localizados no interior do útero, logo abaixo do miométrio, a camada que recobre a parede interior do útero. Podem causar hemorragia e impedir a implantação do embrião localiza-se mais próximo da cavidade uterina, sendo o tumor ginecológico mais frequentemente diagnosticado na mulher. Apresenta toda ou alguma parte da lesão se desenvolvendo para dentro da cavidade uterina. Sangramento uterino anormal e dor pélvica são os sintomas mais comuns, principalmente nas lesões de localização submucosa. Infertilidade e abortamento de repetição podem também ser causados por este tipo de lesão. O mioma submucoso se estende para dentro da cavidade uterina, podendo, quando grande, ocupar boa parte da mesma.

Mioma subseroso

Está localizado na porção mais externa da parede uterina, chamada de serosa. São tumores que crescem logo abaixo da serosa, a camada que recobre a parte externa no útero. Esse tipo de mioma não costuma apresentar sintomas, exceto quando atinge grandes volumes, podendo causar compressão dos órgãos adjacentes.  Miomas subserosos dão ao útero uma aparência nodular.

Mioma pediculado

São tumores subserosos que crescem e acabam se destacando do útero e permanece ligado ao útero através de um pedículo, daí o nome. O mioma pediculado pode crescer para dentro da cavidade uterina ou para fora do útero.

Mioma intramural

Nasce e permanece na parede uterina. Em geral, os sintomas aparecem quando o tumor aumenta de tamanho e atinge a cavidade uterina causando sangramentos ou compressão dos órgãos adjacentes, como bexiga e intestino. Além disso, o mioma intramural pode distorcer a cavidade uterina causando a infertilidade. Quando o mioma intramural cresce demais, ele pode atingir tanto a cavidade uterina quanto a parte mais externa do útero. Neste caso, eles podem ser chamados de mioma transmural.

Quais são as causas?

Não se sabe exatamente por que os miomas aparecem. Sabe-se que não está envolvida uma causa única. Teoricamente, trata-se de um tumor estrógeno-dependente, mas não é só o estrógeno que funciona como fator de crescimento e desenvolvimento deles. Hoje se sabe que parcela razoável de miomas uterinos é sensível à ação da progesterona, que não faz muito tempo era a medicação eleita para o tratamento dessa patologia. Fatores como a vascularização da área do útero em que se desenvolve o mioma, mutações genéticas locais e certos fatores de crescimento também pesam na formação desses tumores. Além disso, a incidência de miomas uterinos é comprovadamente maior nas mulheres negras do que nas brancas. Portanto, não existe uma causa única, existem inúmeras teorias que continuam sendo estudadas.
O mioma é uma doença de mulheres em idade reprodutiva e apresenta relação com os hormônios estrogênio e progesterona. Os miomas não surgem antes da puberdade e são incomuns em adolescentes.  Ele aparece por causas genéticas e seu crescimento se dá, quase sempre, por ação do estrógeno, hormônio produzido no ovário da mulher em idade reprodutiva. Por isso, quando a mulher entra na menopausa, é comum que os miomas diminuam ou desapareçam, pois não há mais produção de estrógeno. Os sintomas são cólicas fortes, menstruação prolongada ou sangramento irregular. Alguns miomas são apresentam muitos sintomas. Nestes casos, pode-se, inclusive, não realizar qualquer tratamento. Existem tumores tão pequenos que passam despercebidos durante anos. Porém, em outros casos, estes podem crescer tanto que chegam até mesmo a pesar quilos.

Quais são os fatores de risco?

Se as causas ainda não foram elucidadas, alguns fatores de risco para os miomas já são bem conhecidos:
  • História familiar: mulheres cujas mães ou irmãs tenham miomas, apresentam maior risco de também tê-los.
  • Raça negra: O mioma ocorre em todas as etnias, mas as mulheres afrodescendentes apresentam uma maior incidência – cerca de três vezes mais. Além disso, neste grupo, os miomas costumam surgir mais cedo, ao redor dos 20 anos de idade. A razão para isso ainda não é conhecida.
  • Gravidez: mulheres que nunca engravidaram ou que tiverem sua primeira gravidez tarde apresentam maior risco de desenvolverem miomas.
  • Idade da menarca: quanto mais cedo for a idade da primeira menstruação, maior o risco de surgirem miomas.
  • Anticoncepcionais: a pilula costuma diminuir o risco de mioma e é, inclusive, uma das opções de tratamento: Todavia, quando meninas começam a tomá-la muito precocemente, antes dos 16 anos, parece haver um aumento no risco.
  • Bebidas alcoólicas: o consumo de bebidas, particularmente cerveja, aumenta o risco de miomas.
  • Hipertensão: mulheres hipertensas apresentam maior risco de terem miomas.
  • Após os 50 anos a ocorrência de miomas diminui em função da menopausa, quando então, os nódulos regridem pela falta de estímulo hormonal.

Como diagnosticar um mioma uterino?

O diagnóstico do mioma é possível inicialmente pela história da paciente e pelo exame físico realizado pelo ginecologista. Durante o exame, pode ser sentida uma massa de localização sugestiva de ser uterina. O principal exame utilizado é o ultrassom, que pode demonstrar a presença do mioma e também a sua localização. Outro exame utilizado é a ressonância magnética.

Independente do tipo de mioma, ele pode virar um câncer?

Segundo o Dr. Nilo Bozzini, médico, professor livre-docente de Ginecologia na Faculdade de Medicina da Universidade São Paulo e responsável pelo Ambulatório de Miomas do Hospital das Clínicas, já está na hora de acabar com esse terrorismo de que as mulheres com mioma não conseguirão engravidar ou terão provavelmente uma doença maligna. É bom repetir sempre que mioma nasce benigno e morre benigno. Além disso, há técnicas que podem assegurar bons resultados no tratamento dos miomas com o mínimo de agressividade.

Quando os miomas causam infertilidade?

Conforme o local em que se instalam, os miomas podem fazer parte do quadro de infertilidade. Os submucosos, por exemplo, podem ser causa de abortamento de repetição. É importante ressaltar, porém, que nem sempre a mulher com mioma uterino precisa de tratamento para engravidar. Às vezes, eles são tão pequenos que não atrapalham absolutamente em nada e não provocam sintomas. São revelados geralmente pela ultrassonografia e demandam o que se chama de tratamento expectante, isto é, o que se limita a observar a evolução do quadro.

Há um tamanho pré-determinado do mioma?

O tamanho do mioma é variável, dependendo da gravidade do problema. Uns são pequenos como um grão de feijão; outros, grandes como uma bola de basquete. Em algumas situações, o aumento do tamanho do abdome pode ser tão evidente que simula uma gestação de vários meses.

Quais são os Sintomas do mioma?

  • Geralmente, o primeiro sintoma é o aumento do fluxo menstrual. Nos quadros de infertilidade, quando a mulher vai pesquisar a causa, a presença de um mioma uterino isoladamente explica 5% dos casos, portanto uma incidência muito baixa, e de 15% a 20% quando associado a outras entidades, como endometriose ou moléstia inflamatória pélvica aguda, por exemplo.
  • Outro sintoma importante é o aumento do volume abdominal. Às vezes, mulheres magras parecem grávidas por causa do aumento do abdômen provocado pelo crescimento do mioma.
  • Dor pélvica é mais um sintoma frequente.
  • Além disso, a compressão do mioma sobre a bexiga pode confundir-se com os sintomas das infecções urinárias e, sobre o reto, provocar alterações do trato gastrintestinal, levando à prisão de ventre, retenção de gases e intestino preso
  • Sangramentos leves fora do período menstrual, ou ciclos menstruais mais intensos e longos.
  • Dores nas pernas e pélvis.
  • Dores durante o ato sexual.
  • Dificuldade para engravidar ou abortos espontâneos.
  • A severidade dos sintomas está relacionada com o número, o tamanho e a localização dos miomas.
  • Dor (cólicas).
  • Menstruação irregular – forte e por períodos prolongados – o que pode levar à anemia.
  • Infertilidade e até abortamentos.
  • Pode haver também dor ao urinar.
  • O sangramento vaginal é outro sintoma bastante frequente. Sangramento fora de hora (entre uma menstruação e outra).
  • Problemas urinários (vontade mais frequente de urinar, infecção do trato urinário, cistite, infecção dos rins).

Quais os tipos de tratamento para os miomas

As diversas formas de tratamento dos miomas dependem de fatores como idade da paciente, tipo e intensidade dos sintomas, desejo de gestação, tamanho e localização dos nódulos. Dentre os principais tipos de tratamento, devemos destacar três:
 - Tratamento de mioma clínico - Acompanhamento clínico através de exames periódicos nas pacientes sem sintomas. é baseado na administração de hormônios, sejam eles orais, injetáveis ou de implante subcutâneo. Sabe-se que o mioma se “alimenta” de hormônios e quando administra-se inibidores o mioma tende a reduzir sua atividade, diminuir de tamanho e minimizar seus sintomas. O problema é que o uso prolongado de hormônios têm seus efeitos nocivos. Além disso, quando se suspende a medicação os miomas voltam a crescer rapidamente e os sintomas voltam ainda mais fortes.
 - Tratamento medicamentoso - visando à diminuição do tamanho dos miomas ou controle dos principais sintomas.
 - Tratamento cirúrgico – Tudo dependerá do tamanho e localização do mioma. Mas, em geral, o tratamento é cirúrgico. O tratamento cirúrgico de mioma é baseado em três procedimentos: 
  •  Cirurgia de mioma – miomectomia: a miomectomia é a retirada cirúrgica do mioma (foto), que pode ser feito por um corte na barriga ou por videolaparoscopia. Apesar de ser uma técnica muito bem feita pelos ginecologistas, 1 a cada 3 mulheres não conseguem engravidar após a miomectomia, e como complicações observamos lesões de bexiga, intestino e ureter e as transfusões sanguíneas não são incomuns. 
  •  Cirurgia de histerectomia - A histerectomia é a retirada cirúrgica do útero. Quando se trata de uma doença benigna como a miomatose, a retirada de um órgão viável é algo que não concordamos. O útero além de sua função reprodutiva tem um papel na feminilidade, funções hormonais e é fundamental para o organismo feminino. . A retirada do útero pode causar transtornos à vida ativa da mulher já que este órgão é responsável pelo orgasmo e pela feminilidade. Por isso converse com seu médico ginecologista ou médico radiologista intervencionista e veja se a embolização de mioma não é uma alternativa, já que preserva o útero.No Brasil são realizadas cerca 200 mil histerectomias por ano, muitas delas por miomatose uterina, situação que deve ser evitada a qualquer custo.
  • Tratamento de embolização de mioma - Sem cortes e cicatrizes: A embolização uterina é a mais inovadora técnica para o tratamento do mioma. A embolização uterina é realizada por um especialistas em Radiologia Intervencionista.
  • Ultrassom focalizado e guiado por ressonância magnética - Também é uma  nova arma utilizada contra os miomas. A paciente deita-se na mesa de ressonância e, quando o médico aplica o ultrassom, as ondas são direcionadas para uma região específica do tumor, em que a temperatura aumenta até 90ºC, destruindo o tecido. Estudos estão sendo realizados para avaliar para quais casos esse método é eficaz. O ultrassom é promissor principalmente por prevenir complicações que às vezes ocorrem em uma cirurgia aberta. Mesmo assim, ele não é indicado para todos os casos. O número de tumores, seu tamanho e sua localização precisam ser considerados em uma avaliação prévia. Sem contar que seu custo ainda é alto e algumas pacientes não toleram ficar muito tempo dentro da máquina de ressonância magnética. Por fim, é importante avisar que nem sempre a técnica evita um processo cirúrgico posterior. Isso porque outros miomas podem surgir em quem tem predisposição a desenvolver o problema.

O que é embolização?

É um método que se aplica há mais de 15 anos e consiste em privar de sangue os miomas. Dessa forma eles não conseguem se alimentar e acabam por morrer. Para isso um pequeno tubo plástico (cateter) é colocado nas artérias que levam sangue para os miomas e microesferas apropriadas são injetadas para entupir intencionalmente estes vasos. Como o mioma é “alimentado” por sangue, o corte desse suprimento por meio da embolização leva à morte do mioma. A técnica da embolização uterina é realizada sob anestesia local através da punção de uma artéria da virilha e, com cateteres muito finos, “entope-se” as artérias que irrigam o mioma com pequenas esferas. Após dois ou três ciclos menstruais, a paciente passa a menstruar normalmente. O período de internação é de 24 horas, não há cortes ou cicatrizes, e a paciente pode voltar rapidamente às suas atividades. Além disso, a função uterina é mantida e a gravidez pós-embolização uterina é hoje uma rotina.

Em quais casos é recomendado o procedimento cirúrgico?

Em casos de miomas submucosos (dentro do útero), sempre se recomenda a retirada do mioma por histeroscopia (uma cirurgia na qual colocamos uma câmera de vídeo por dentro do útero, sem cortes externos). No caso dos demais miomas (intra-murais e subserosos), a cirurgia estará reservada aos casos com muitos sintomas ou em miomas de grande volume.

Qual o grau de sucesso da embolização de mioma?

A embolização uterina pode ser realizada com sucesso em quase 100% dos casos. Algumas vezes surgem situações mais desafiadoras, como acontece em mulheres que têm uma cirurgia pélvica prévia ou têm variações anatômicas vasculares ou uma patologia vascular associada. Mas a experiência e o treinamento do especialista em radiologia intervencionista, aliado aos recursos tecnológicos que a medicina moderna oferece, permitem resolver a maioria dos casos. Pesquisas feitas sobre a embolização de mioma podem ser resumidas da seguinte maneira:
  • 9 em cada 10 mulheres que tinham sangramento intenso voltam a ter menstruações normais
  • 9 em cada 10 mulheres que tinham dor provocada por miomas relatam desaparecimento dos sintomas
  • O tamanho do útero e dos miomas regridem em até 50% três meses após a embolização uterina e em até 90% um ano após.
  • Os efeitos provocados pela embolização são permanentes, o que raramente torna necessário algum procedimento terapêutico adicional.

 Pacientes que podem fazer embolização

Toda mulher que tem mioma no útero e apresenta sintomas desconfortáveis é potencialmente candidata a fazer uma embolização, independentemente da quantidade, tamanho e/ou localização dos nódulos de mioma. Raramente existem situações desfavoráveis que não possam ser tratadas com a embolização uterina. Algumas mulheres requerem uma abordagem apropriada e por isto costumamos dividir as pacientes em quatro grupos:
 - Pacientes que se encontram próximas da menopausa;
 - Pacientes que já foram submetidas à miomectomia e voltaram a apresentar sintomas;
 - Pacientes com desejo de manter a fertilidade;
 - Pacientes que já entraram na menopausa e usam tratamento de reposição hormonal. 
É importante mencionar que, mesmo que a embolização não produza os resultados desejados, esta raramente inviabilizará ou provocará qualquer complicação que por ventura possa comprometer a realização do tratamento cirúrgico convencional caso este seja necessário. É por isso que a embolização uterina deve ser sempre considerada como a ferramenta terapêutica inicial para os miomas de útero.

Há tratamentos que “secam” o mioma? Como atuam sobre esse tumor?

As medicações que diminuem o tamanho do mioma podem ser usadas, mas sempre antes de um procedimento cirúrgico, para diminuir o nódulo e ajudar na cirurgia. Além das medicações (que induzem a um estado semelhante a uma menopausa), outro tratamento é a embolização dos miomas, cujo um cateter é colocado até a artéria que irriga o mioma onde é realizada uma embolização daquele vaso, ou seja, é interrompido o fluxo de sangue para o mioma e com isso há redução do tumor, evitando a cirurgia em alguns casos. No entanto, este tratamento é indicado principalmente para mulheres com contra-indicações cirúrgicas ou que já tiveram filhos e não desejam mais ter filhos.

Toda mulher pode desenvolver mioma?

Sim. Após os 50 anos de idade a chance de ter um mioma é de 50% entre as mulheres.

Este tipo de tumor pode interferir na fertilidade?

Pode, dependendo da localização. Nesses casos, quando forem submucosos ou intramurais de grande volume ou localizados perto das trompas, devem ser operados.

Há algum tratamento preventivo? O aparecimento dos miomas pode ter origem genética?

Infelizmente não existe nenhum tratamento preventivo. A transmissão é genética.

Quando e por que o mioma pode levar à retirada do útero?

Atualmente, somente se retira o útero em mulheres que já não pretendem mais ter filhos e com miomas de grande volume ou muito sintomáticos. Por exemplo, mulheres com úteros aumentados semelhantes a gestações de 5 meses para cima tem indicação para a retirada do útero.

Como prevenir?

  • A realização de exames periódicos e a consulta frequente a um médico ginecologista são medidas que auxiliam muito no diagnóstico, na prevenção e no tratamento de diversas doenças, portanto, adquira este hábito.
  • Além disto, a prática de exercícios físicos ajuda a diminuir a quantidade de estrógeno no corpo humano. Consequentemente, a possibilidade de surgimento de um mioma fica reduzida.
  • Controlar o peso e manter uma alimentação saudável também são fatores que influem nesta prevenção.
  • Parar de  fumar e consumir bebidas alcoólicas moderadamente – ou até mesmo nenhuma, que é o melhor para você.
  • Esteja sempre de olho nos sinais que seu corpo envia. Caso algo esteja errado, consulte um médico o quanto antes.

Os miomas voltam após uma Miomectomia?

Uma vez que os miomas são retirados numa cirurgia de miomectomia eles não voltam. Portanto, a “volta” dos miomas é um termo incorreto. O correto é falar sobre o aparecimento de novos miomas ou, tecnicamente falando, recidiva dos miomas. Apesar de novos miomas poderem crescer depois de uma miomectomia, a maioria das mulheres não necessitará de um tratamento adicional. Se a primeira miomectomia é realizada por um mioma único, apenas 11% das mulheres precisam ser submetidas a uma nova cirurgia dentro dos próximos 10 anos. Se a primeira miomectomia for realizada por múltiplos miomas, cerca de 26% das mulheres terão uma cirurgia subsequente em 10 anos. Mas o risco de uma nova miomectomia é ainda menor em mulheres que se aproximam da menopausa, isto porque não há tempo suficiente para que novos miomas apareçam até que a mulher entre na menopausa. Portanto, é muito incomum que uma mulher submetida a uma miomectomia após os 40 anos necessite de um novo tratamento para os miomas uterinos.
Após uma cirurgia de miomectomia, miomas podem ser encontrados numa ultra-sonografia de rotina. Muitas vezes, o achado destes miomas após uma cirurgia está relacionado ao fato do cirurgião não ter tido o cuidado de remover o máximo de miomas possível. Um estudo revelou que 29% das mulheres haviam miomas remanescentes vistos à ultra-sonografia após uma cirurgia de miomectomia. No entanto, vale ressaltar que muitas cicatrizes no útero podem mimetizar um mioma ao ser vista numa ultra-sonografia realizada com menos de 3 meses após a cirurgia. Em outros casos, o número de miomas muito pequenos é tão grande que se torna extremamente difícil remover todos eles sem prejuízo a fertilidade e sem risco a preservação do útero.
Embora a ultra-sonografia realizada após a miomectomia encontre miomas, muitos deles são tão pequenos e não causam nenhum sintoma, não justificando qualquer tratamento, sendo recomendado apenas o acompanhamento periódico. Um estudo, por sinal, muito citado por ginecologistas para encorajar as mulheres a fazerem uma histerectomia (retirada do útero) ao invés de uma miomectomia, encontrou miomas maiores do que 1,0 centímetro em 51% das mulheres em até 5 anos após uma miomectomia. Bem, 51% parece ser um número bastante significativo, mas é muito importante lembrar que poucas mulheres vão requerer um tratamento adicional neste período.
O que poderia aumentar ou diminuir o risco de novos miomas surgirem após uma miomectomia? Um estudo revelou que o parto foi o único fator que diminuiu o risco de novos miomas surgirem. Após 10 anos, novos miomas foram encontrados em 16% das mulheres que deram a luz após a miomectomia e em 28% das mulheres que não tinham dado a luz. O risco de novos miomas surgirem também aumenta com o número de miomas retirados numa cirurgia. Não porque o cirurgião tenha deixado muitos miomas, mas por conta de uma predisposição genética maior para o aparecimento de novos miomas.
Outra questão a ser levantada é o uso dos análogos do GnRH (por exemplo: Zoladex, Lupron) como preparo pré-operatório da cirurgia de miomectomia. Os análogos do GnRH diminuem o volume dos miomas, o que pode tornar mais difícil a identificação e a retirada de pequenos miomas durante a miomectomia. Um estudo demonstrou que, após a cirurgia de miomectomia, 63% das mulheres tratadas com análogo do GnRH tinham pequenos miomas vistos a ultra-sonografia, contra apenas 13% das mulheres que não foram tratadas com análogo do GnRH.
Portanto, diante das evidências, se a justificativa para retirar o seu útero for o fato dos miomas voltarem, questione. Pergunte e discuta com seu médico a real indicação do procedimento proposto. Se preferir, procure uma segunda opinião. E, pese na relação custo-benefício todos os motivos para preservar ou não o seu útero.


att: Rita de Souza & Engrácia Souza
Reflexão: "Não procure ser o melhor, mas sim o mais simples. Porque até a maior árvore começa do chão."

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