domingo, 3 de maio de 2015

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sexta-feira, 17 de abril de 2015

TROMPAS OBSTRUÍDAS

Uma das Causas de Infertilidade

Diversos Problemas PODEM ocasionar a obstrução das trompas uterinas, dentre ELES: Infecções, endométriose, mioma, cirurgias de na Região e ATÉ abdominal algumas patologias, Como a tuberculose, e Doenças sexualmente Transmissíveis (DSTs), Como gonorreia. Além Disso, aderências de na cavidade abdominal TAMBÉM PODEM afetá-las e provocar Algum tipo de obstrução.
Vale destacar Que, sem Processo de fecundação, como trompas de Falópio TEM papel Importante, por Meio delas E Possível o Encontro entre espermatozoides e óvulo. Ou SEJA, se Houver Algum tipo de obstrução ou lesão, a fecundação acaba comprometida e, Caso Neste, Não Há uma Formação do EMBRIAO.
A Partir de Uma Suspeita, Exames Específicos PODEM identificar se EXISTE Algum tipo de obstrução ou lesão. A Origem do Problema, ou SUA Gravidade e Localização Irão direcionar o tipo de Tratamento Indicado. Em Alguns Casos, Uma microcirurgia PODE Corrigir e reajustar o Seu FUNCIONAMENTO. ISSO NÃO impedir Que ocorra sequencialmente Uma Gestação ectópica, um tipo de Gravidez anormal em UMA trompas, mas PODE desenvolver-se TAMBÉM não ovário ou no colo do útero. Este tipo de Gestação costuma Ser interrompida Entre Seis e 12 Semanas.
Também é importante Lembrar Que, uma Tentativa de Corrigir uma obstrução, Não É Uma garantia de Sucesso Para a Fertilidade. Existem Casos em Que, apos este tipo de Procedimento, um paciente NÃO consegue engravidar e acaba Sendo encaminhada para à fertilização in vitro (FIV). 
Se as trompas estiverem Bastante alteradas (Espessas e rígidas) e com pregas da mucosa NÃO FOREM Mais Tão visíveis, um descartada microcirurgia E a  FIV  -e  a Solução Melhor neste caso.
A obstrução NAS trompas Torna-se irrelevante, OS óvulos serão retirados para serem fertilizados(in vitro), OU SEJA, em Laboratório. ASSIM Que ocorre a fertilização, Os embriões São transferidos diretamente do Pará o útero, Onde Ira ocorrer um Gestação de forma natural.

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Não Estou prometendo ha VOCÊS 100% de Certeza Mais Estamos Dando a todas 90% de chances, ISSO E Muito bom;se não havia  nenhuma expectativa agora tem.Temos ajudado muitas Mulheres Como VOCÊS PODEM ter lido AI NOS Depoimentos no blog.


quarta-feira, 8 de abril de 2015

ENDOMETRIOSE

 – É uma doença que está relacionada ao ciclo menstrual, em média atinge 10% das mulheres em idade fértil ocorrendo com mais freqüência nas mulheres com mais de 35 anos, porém em alguns casos a endometriose pode-se desenvolver na adolescência em pacientes que tenham parentes de primeiro grau que já tenham desenvolvido a doença. É uma doença silenciosa, pois não apresenta sintomas imediatos. O diagnóstico só é  feito entre mulheres de 25 a 35 anos e que já tenham tido filhos.
O nome dessa doença vem da palavra ENDOMÉTRIO que é a camada que reveste o interior do útero e que é expelida durante a menstruação se a mulher não engravidar. A endometriose caracteriza-se pelo implante de células endometriais fora do útero, sabe-se que a incidência vem aumentado, porém especialistas ainda não sabem ao certo a causa.Alguns especialistas acreditam que o estilo de vida da mulher moderna contribui para o aumento da doença, a tendência hoje em dia é a mulher demorar mais para casar em conseqüência a gravidez tardia expõem mais as mulheres aos ciclos menstruais,as que optaram em não ter filhos , não amamentam ou as que adiam mais a chegada do segundo filho são mais suscetíveis a desenvolverem á doença.
Fique atenta a cólicas com certa resistência a melhorar com medicamentos e que incapacite a exercer suas atividades diárias. Cólicas muito exageradas são o principal alerta a endometriose, dor na relação sexual, dificuldades para engravidar, alterações intestinais durante o período menstrual como diarreia ou dor par evacuar, são sintomas que devem chamar a atenção.
A endometriose é considerada pela Organização Mundial da Saúde a principal causa de infertilidade feminina.
PROCURE ORIENTAÇÃO  MEDICA

DOENÇAS FEMENINAS

Conhecer para entender, essa é a questão,alguns sintomas isolados que às vezes não sabemos identificar, segue aqui algumas informações sobre algumas doenças tipicamente femininas e seus sintomas mais peculiares.
ENDOMETRIOSE – é uma doença que está relacionada ao ciclo menstrual, em média atinge 10% das mulheres em idade fértil ocorrendo com mais freqüência nas mulheres com mais de 35 anos, porém em alguns casos a endometriose pode-se desenvolver na adolescência em pacientes que tenham parentes de primeiro grau que já tenham desenvolvido a doença. É uma doença silenciosa, pois não apresenta sintomas imediatos. O diagnóstico só éfeito entre mulheres de 25 a 35 anos e que já tenham tido filhos.
O nome dessa doença vem da palavra ENDOMÉTRIO que é a camada que reveste o interior do útero e que é expelida durante a menstruação se a mulher não engravidar. A endometriose caracteriza-se pelo implante de células endometriais fora do útero, sabe-se que a incidência vem aumentado, porém especialistas ainda não sabem ao certo a causa.Alguns especialistas acreditam que o estilo de vida da mulher moderna contribui para o aumento da doença, a tendência hoje em dia é a mulher demorar mais para casar em conseqüência a gravidez tardia expõem mais as mulheres aos ciclos menstruais,as que optaram em não ter filhos , não amamentam ou as que adiam mais a chegada do segundo filho são mais suscetíveis a desenvolverem á doença.
Fique atenta a cólicas com certa resistência a melhorar com medicamentos e que incapacite a exercer suas atividades diárias. Cólicas muito exageradas são o principal alerta a endometriose, dor na relação sexual, dificuldades para engravidar, alterações intestinais durante o período menstrual como diarréia ou dor par evacuar, são sintomas que devem chamar a atenção.
A endometriose é considerada pela Organização Mundial da Saúde a principal causa de infertilidade feminina.
SÍNDROME OVÁRIOS POLICÍSTICOS (SOP) – ovários policísticos é uma desordem reprodutiva, que além de causar irregularidade menstrual, geralmente intervalos muito longos, podem gerar infertilidade. Um dos principais sintomas da SOP são o atraso ou mesmo a ausência da menstruação, estão associados aos ovários policísticos o aparecimento de pêlos no corpo, acne e obesidade.
CÓLICA MENSTRUAL OU DISMENORRÉIA – é uma doença que manifesta-se durante a menstruação e a grande maioria das mulheres sofre desse mal. As cólicas são muito intensas impedindo de exercerem as atividades habituais, torna-se incapacitante. Um segundo alerta a essa doença é a dor que se manifesta durante a relação sexual, dificuldade para engravidar e alterações intestinais ou urinárias durante o ciclo menstrual, nos casos mais avanços a dor ocorre fora do período menstrual.
A dismenorréia apresenta-se em dois tipos: a ESPAMÓDICA que se apresenta nas mulheres mais jovens e caracteriza-se pela ocorrência de cólicas espaçadas. E aCONGESTIVA que atinge mulheres mais velhas, a dor é mais intensa, pesada e manifesta-se antes do sangramento.
Dores de cabeça, evoluindo para enxaqueca após os períodos menstruais são freqüentes a dor é incapacitante.
MENOPAUSA – Ao contrário do que muitas mulheres pensam a Menopausa não é uma doença é um estágio da vida. É a parada do funcionamento dos ovários, da produção dos hormônios, e sua principal característica é a falta da menstruação. Geralmente ocorre entre 45 e 55 anos, podendo variar até entre os 40 anos sem que seja um problema. As irregularidades menstruais ou mais escassas, hemorragias, podem anunciar a menopausa. Os sintomas mais comuns são ondas de calor, suor noturno, cansaço, alterações no humor, para muitas mulheres uma das fases mais difíceis, tanto no campo físico quanto emocional.
No período da menopausa uma alimentação adequada é essencial, pois com o fim do período fértil, o organismo tende a ficar mais frágil e os alimentos agem suprindo as necessidades.
OSTEOPOROSE – caracteriza-se pela fragilidade dos ossos e não é uma doença exclusiva nas mulheres, mas afeta principalmente mulheres no período pós-menopausa pela ausência do hormônio feminino que faz com que os ossos percam cálcio e fiquem porosos. Os riscos maiores são as fraturas causadas na maioria por quedas, as mais comuns são as fraturas no punho, costelas, vértebras e fêmur. Outros fatores que contribuem para o surgimento da osteoporose além da menopausa são baixo peso e estatura, o fumo, sedentarismo, ingestão inadequada de cálcio também influenciam no enfraquecimento dos ossos, ao contrário do que muitos pensam.
CÂNCER DE COLO DO ÚTERO – é uma doença que pode ser prevenida com a realização anual do papanicolau que é uma forma de detectação da doença precocemente, estima-se que o câncer de colo do útero seja o terceiro mais comum na população feminina, superado pelo câncer de pele e de mama. A mortalidade pelo câncer está ligada a demora na visita ao médico, quando isso ocorre o câncer já está instalado e em estágio avançado.
O principal causador desse tipo de câncer é o vírus humano papiloma (HPV) que se não identificado na fase inicial pode levar a morte. Fique atenta, pois é uma doença silênciosa em fases mais avançadas o câncer de colo do útero pode se manifestar como sangramentos vaginais que aparecem fora dos períodos menstruais ou após relações sexuais, durante o sexo pode ocorrer dor pélvica.
CANCER DE MAMA – como no câncer de colo do útero essa doença só avança por falta de prevenção. O câncer de mama é uma doença tratável. Além do exame da mamografia, o auto- exame feito mensalmente pode ajudar a identificar nódulos iniciais, que é normalmente o alerta inicial. Dentre os fatores que levam ao surgimento desse câncer estão às dietas gordurosas e o fator genético que é preponderante. Outro fator a ser observado é o aparecimento desse tipo de câncer em mulheres que nunca tiveram filhos por permanecerem expostas ao estrógeno por mais tempo.
Os sintomas mais comuns são a mudança de cor, enrugamento ou elevação da pele em uma área do seio, mudança no tamanho ou no formato, secreções no bico do seio, surgimento de um ou mais nódulos nas axilas.
DIFERENÇA ENTRE HIPOTIREOIDISMO E HIPERTIREOIDISMO.
Hipotireoidismo ocorre em quase 2% da população, sobretudo nas mulheres, é caracterizado pela diminuição na produção dos hormônios pela tireóide.
Seus principais sintomas são: cansaço, falta de apetite, cabelos ásperos com aspecto ressecados, unhas esbranquiçadas, depressão, pele ressecada, raciocínio lento.
Hipertireoidismo em geral é uma doença auto-imune e caracteriza-se pelo contrário ao hipotireoidismo, é o funcionamento excessivo da tireóide que produz hormônios em quantidade exagerada, é mais comum em mulheres de 20 a 40 anos. Os principais sintomas são: emagrecimento, nervosismo e taquicardia, insônia, fraqueza.

Corrimento Uretral Masculino & Produtos Naturais




















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Corrimento Uretral Masculino


A síndrome do corrimento uretral masculino é definida como a identificação de um grupo de sintomas e sinais comuns a determinados agentes etiológicos que podem ser adquiridos nas práticas sexuais desprotegidas, podendo causar reação inflamatório na uretra masculina.

Os agentes etiológicos mais frequentes encontrados nas secreções uretrais são gonorrhoeae, Chlamydia trachomatis, Ureaplasma urealyticum, Mycoplasma genitalium, Trichomonas vaginalis, dentre outros. Todos têm, no contato sexual, sua principal forma de transmissão e podem determinar uma infecção assintomática ou um processo infeccioso localizado que poderá desenvolver complicações no próprio aparelho urogenital ou, à distância, alterações sistêmicas.

A síndrome do corrimento uretral masculino pode ser dividida em:
*uretrite gonocócica
*uretrite não gonocócica

A Síndrome do corrimento uretral masculino é de notificação compulsória nacional, portanto todo indivíduo com presença de corrimento uretral (mucóide, mucopurulento ou purulento), verificado com prepúcio retraído e/ou pela compressão da base do pênis em direção à glande, deverá ser notificado pelo médico ou outro profissional de saúde no exercício de sua função com o preenchimento do formulário padronizado, seguindo fluxo de informação, com a finalidade de:

Conhecer o perfil epidemiológico da síndrome do corrimento uretral masculino no Brasil e                  suas tendência:
Identificar os casos de síndrome do corrimento uretral masculino; subsidiando as ações de                   prevenção e controle desse agravo, prevenindo novas ocorrências por meio de ações de                       educação em saúde.
Interromper a cadeia de transmissão através da detecção e tratamento precoces dos casos e de              suas parcerias.

A abordagem das parcerias deve ser considerada sempre que uma DST for identificada. As parcerias sexuais devem receber informações sobre: a natureza da exposição de risco de infecção, a necessidade de pronto atendimento pelo profissional de saúde, bem como os locais onde consegui-lo e a necessidade de evitar contato sexual até que seja tratado completamente.

Procure imediatamente um medico!

sexta-feira, 13 de março de 2015

Eu engravidei com os Kits de Ervas Medicinais de Rita De Souza

Eu super recomendo meninas podem comprar que é super seguro e chegam direitinho .....

                      
   


                                                                                  

Candidíase vaginal...

Também conhecida como monilíase vaginal, é uma doença causada por um fungo geralmente presente no trato
gastrointestinal e região periretal.
A espécie mais freqüente é a cândida albicans.
O local mais comumente acometido é a região vaginal, mas nada impede que comprometa outras áreas, como por exemplo: a região inguinal, periretal e oral.
A candidíase continua sendo uma das causas mais frequentes de consultas da mulher ao ginecologista. Este é um fungo que naturalmente faz parte do organismo, mas se torna um problema quando ele sai de controle e cresce em demasia. Ele começa a crescer em quantidades desproporcionais quando as defesas do organismo ou da região vaginal diminuem. Sabe que o fungo cresce muito bem em meios ácidos, como o do órgão genital feminino.
O controle deste crescimento depende da presença de outros microorganismos da flora vaginal normal. A candidíase aparece quando ocorre um desequilíbrio entre os integrantes da flora vaginal normal.
Com relativa frequência a candidíase está associada ao uso de antibióticos, anticoncepcionais, corticóides e imunossupressores, além de gravidez, alergias, depressão, diabete melito ou qualquer outro fator que leve a uma queda da imunidade.
Sintomas mais freqüentes

Ardor ao urinar.
Prurido vaginal e retal.
Dor durante as relações sexuais.
Corrimento branco, em grumos, parecido a leite coalhado.
Pequenas manchas vermelhas no órgão genital masculino com prurido e edema.
Nos casos mais sérios, podem ocorrer distúrbios gastrointestinais e respiratórios.
Diagnóstico

Realizado através de exame ginecológico e análise da secreção vaginal.
Tratamento

O tratamento da candidíase se processa em várias etapas, desde a eliminação das causas que facilitam a proliferação descontrolada dos fungos, passando pelo uso de antimicóticos orais e na forma de pomadas. O parceiro deverá ser sempre tratado em conjunto.
Recomendações Extras

Evite o consumo de açúcar.
Evite ingestão de álcool e fumo.
Evite o uso de absorventes internos.
Evite o uso de roupas muito apertadas.
Evite o uso de roupas íntimas sintéticas.
Mantenha sempre as partes íntimas bem secas.
Prevenção de transmissão

Use sempre camisinha nas relações sexuais.

Como se adquire a infecção?
As “Cândidas”, como muitos outros microrganismos que habitam no nosso organismo, estão em equilíbrio com as nossas defesas. Quando este equilíbrio se perde por múltiplas causas (gravidez, diabetes ou determinados fármacos como os corticóides e contraceptivos orais) a Cândida converte-se num inimigo potencial. A candidíase vaginal não é uma doença de transmissão sexual.
Que sintomas pode causar a candidíase vaginal?
A candidíase vaginal pode levar a um ardor vulvar e vaginal, intenso, associado a um corrimento esbranquiçado com aspecto de leite coalhado. Em algumas situações estes sintomas podem estar associados a sensação de queimadura ao urinar e dor durante as relações sexuais (dispareunia).
Como se diagnostica a candidíase vaginal?
De acordo com os sintomas anteriormente descritos pode proceder-se a um diagnóstico presumível. É natural que o médico faça uma observação ginecológica para confirmar as queixas da paciente, e em caso de dúvida o clínico pode confirmar o diagnóstico mediante a recolha de uma amostra de corrimento vaginal para observação microscópica e eventual cultura da amostra.
Como se trata esta infecção?
O tratamento da candidíase vaginal é feito habitualmente com medicamentos antimicóticos (fármaco que destrói os fungos ou impede o seu crescimento) por via vaginal em forma de comprimidos ou creme vaginal. Em caso de resistência ao tratamento tópico, poderá estar recomendado a utilização de fármacos antimicóticos por via oral, bem como o tratamento do companheiro.
Quais são as sequelas que a candidíase vaginal pode trazer?
Não se trata de uma infecção que cause perigo de vida nem dá habitualmente origem a complicações. Existe o risco de recaídas e em muitas situações a infecção pode mesmo tornar-se crónica. Para evitar a cronicidade das queixas devem adoptar-se algumas medidas preventivas que ajudam à prevenção da recidiva.
Quais as medidas que ajudam a prevenir a candidíase vaginal?
Não faça duches vaginais. Estes alteram a flora bacteriana normal do órgão genital feminino e favorecem as infecções. Para lavar a zona genital utilize um sabão com um pH similar ao da pele (5.5) e seqe muito bem a zona. Em caso de candidíase vaginal utilize de cada vez uma toalha limpa e não a partilhe com ninguém.
As roupas apertadas aumentam o calor local e maceração pelo que não está recomendado o seu uso. Os tecidos sintéticos, como por exemplo o nylon, foram ocasionalmente relacionados com uma maior incidência de candidíase vaginal pelo que se aconselha a usar roupa interior de algodão.
Ter relações sexuais representa algum risco?
A candidíase vaginal não é uma doença de transmissão sexual pelo que em princípio não representa nenhum risco. De qualquer forma a alta frequência de atividade sexual está relacionada com o aparecimento de candidíase vaginal. Em caso de infecção é melhor não ter relações sexuais e em caso de múltiplas recaídas é aconselhável o uso de preservativo.
Em que casos existe maior risco de se contrair a infecção?
Em algumas situações existe um maior risco de contrair candidíase vaginal, nomeadamente nas mulheres durante a gravidez devido a alterações hormonais; na diabetes descompensada, uma vez que os níveis de açúcar aumentados favorecem o desenvolvimento dos fungos; e nos casos em que existe alteração do sistema imunitário, nomeadamente na infecção por HIV, o risco está aumentado devido a uma diminuição das defesas do organismo. A utilização de piscinas com excesso de cloro provocam alteração da flora vaginal favorecendo o desenvolvimento de “Cândidas”.
Cerca de 80% a 90% dos casos de candidíase devem-se à Candida albicans, acometendo os órgãos genitais, e 10% a 20% à Candida tropicalis e outras espécies do fungo. Oportunista, o Candida albicans torna-se agressivo e desencadeia os sintomas da doença quando o sistema imunológico da pessoa encontra-se alterado.
Entre os fatores que predispõem à candidíase estão:
Gravidez;
Diabetes mellitus (descompensado);
Obesidade;
Uso de contraceptivos orais com altas doses de estrógeno;
Uso de antibióticos, corticóides ou imunossupressores;
Hábitos inadequados de higiene;
Uso de roupas apertadas, que diminuem a ventilação e aumentam a umidade e o calor na região genital;
Sistema imunológico alterado (imunodeficiência).
Sintomas e diagnóstico

Os sintomas e sinais da candidíase podem apresentar-se isolados ou associados, e incluem:
Prurido (coceira) na região genital (vulva e sistema reprodutor feminino) de intensidade variável;
Presença, ou não, de secreção vaginal (corrimento branco, granuloso, inodoro e com aspecto de "leite

coalhado");
Ardor vaginal, principalmente durante a menstruação;
Dificuldade para urinar, em geral, acompanhada de dor (disúria);
Hiperemia (congestão sangüínea em qualquer órgão ou parte do corpo) e escoriações,
Inflamação na vulva, fissuras e maceração da vulva e da pele;
Dor durante o ato sexual (dispareunia);
Genitália e colo recobertos por placas brancas ou branco-acinzentadas, aderidas mucosa;pH vaginal menor que 4,5;
Ausência de odor fétido.
PROCURE ORIENTAÇÃO MEDICA

Outras Causas de Infertilidade

Frequência das relações sexuais Ao contrário do que se diz e se pensa, uma elevada frequência de relações sexuais é

benéfica e não diminui a qualidade do sêmen. Não devem é ser efetuadas com a intenção ou preocupação de se alcançar a concepção, pois causa ansiedade desnecessária. Devem ocorrer apenas por amor e prazer entre o casal. Deste modo, não é necessário estar atento ao dia provável da ovulação. Antecedentes familiares A infertilidade pode ser hereditária, pelo que se deve avaliar cuidadosamente a história familiar referente a casos de infertilidade, casamentos intra familiares e doenças genéticas, hematológicas, respiratórias, cardiovasculares, endócrinas, auto-imunes, renais, neurológicas, psiquiátricas e oncológicas. Hábitos, Alimentação, Desporto, Profissão e Medicamentos Várias substâncias químicas afetam a qualidade dos ovócitos e dos espermatozóides, podendo também atingir o desenvolvimento da placenta e do feto. Aumento da temperatura escrotal. Ocorre com os motoristas, nos trabalhadores junto a fornos e fontes de radiação, nos indivíduos que passam horas consecutivas sentados no escritório, e com o uso de roupa apertada. Provoca perda da qualidade do sêmen. Nicotina. Provoca lesões no material genético dos ovócitos, tornando-os incompetentes para originar um embrião saudável. Nas fumadoras, quando o ovócito é normal e o embrião implanta, a nicotina, porque causa aterosclerose e espasmo arterial, condiciona risco de parto prematuro e atraso do crescimento fetal intra-uterino. Nos homens, a nicotina causa diminuição da líbido, défice da ereção, e perda da qualidade do sêmen (oligozoospermia e astenospermia). Drogas. Causam lesão genética dos ovócitos, anomalias fetais, parto prematuro, atraso do crescimento fetal intra-uterino e síndrome de abstinência do recém-nascido. Nos homens causa perda da libido, impotência, diminuição da qualidade e aumento de lesões genéticas dos espermatozóides. Álcool. O alcoolismo crônico associa-se a distúrbios endócrinos, à perda da função renal e hepática, à aterosclerose e à hipertensão arterial. Estas causam desregulação endócrina do ovário (pode, por isso, condicionar défice da ovulação e diminuição da qualidade genética e morfológica dos ovócitos), perda da líbido e aumento das infecções genitais. Também facilitam as complicações na gravidez e no parto, e condicionam fetos com lesões cerebrais. O etanol provoca lesões diretas no material genético dos ovócitos, tornando-os incompetentes para originar um embrião saudável. No homem, o alcoolismo provoca perda da líbido e da ereção, bem como perda da qualidade do sêmen (oligo-terato-astenospermiarmia). Obesidade. Associa-se a distúrbios endócrinos (doenças da tiroide, diabetes), à perda da função renal e hepática, à aterosclerose e à hipertensão arterial. Estas causam disfunção ovulatória, diminuição da qualidade genética e morfológica dos ovócitos, lesão do endométrio, perda da libido, dispareunia (dor nas relações sexuais) e infecções genitais de repetição (diabetes, excesso de umidade nas pregas). Também facilitam as complicações na gravidez e no parto, e condicionam fetos macrossômicos e diabéticos. No homem, são responsáveis pela perda da líbido e da ereção. Magreza. A perda excessiva da gordura pode condicionar disfunção ovulatória e amenorreia. Sedentarismo. Favorece a obesidade e o sobreaquecimento escrotal. Medicamentos. Podem diminuir a líbido e dificultar a ereção, como os antihipertensores e os antidepressivos. Químicos industriais, poluição do ar e químicos alimentares. Dioxinas, hidrocarbonetos, cádmio, zinco, crómio, mercúrio, chumbo, carne (com hormonas esteroides) e peixe (com mercúrio). Causam lesões genéticas nos gâmetas, embriões e fetos. Radiações. Proximidade de instalações geradoras de eletricidade ou de energia rádio-activa, telemóveis de geração antiga, computadores. Causam lesões genéticas nos gâmetas, embriões e fetos. Doenças sistêmicas Doenças cardiovasculares, eritrocitárias, da hemoglobina e da coagulação. Devido ao risco de hemorragia e trombose impõem um maior cuidado no tratamento hormonal da infertilidade e uma maior vigilância da gravidez e do parto (descolamento da placenta, parto prematuro). Podem interferir com a implantação e causar abortamentos de repetição. No homem podem causar dificuldade na ereção ou anejaculação. Doenças respiratórias. A doença dos cílios imóveis (sinusite crônica, bronquite crônica, bronquiectasias) impede o movimento do embrião ao longo das trompas em direção à cavidade uterina e causa imobilidade dos espermatozóides. A asma e as dificuldades respiratórias também dificultam a gravidez e o parto. Doenças auto-imunes. Tiroidite, artrite reumatoide, espondilite anquilosante, lúpus eritematoso sistêmico. Podem causar infertilidade, quer porque os auto-anticorpos impedem a fecundação ou a implantação, quer porque podem originar abortamentos de repetição por rejeição materno-fetal. Doenças gastro-intestinais. Doença celíaca, doença de Chron, colite ulcerosa, hemocromatose, doença de Wilson, hepatites. Podem estar associadas a disfunção ovulatória, perda da qualidade do sêmen, dificuldades na implantação e abortamentos de repetição. Doenças neurológicas. Paraplegia, doenças neurodegenerativas. Podem causar perda da libido ou dispareunia na mulher, e perda da libido, dificuldade da ereção ou anejaculação no homem. Doenças psiquiátricas e mentais. Legalmente, o atraso mental impede o recurso ao tratamento da infertilidade. Os medicamentos usados em psiquiatria causam perda da libido, disfunção eréctil, anejaculação e perda da qualidade do sémen. Podem também interferir com a implantação e induzir anomalias fetais. Traumatismos e acidentes Podem causar infertilidade se lesarem os órgãos genitais ou causarem incapacidade para ter relações sexuais. No homem pode também causar ausência de ereção e anejaculação (paraplegia). Stress ocupacional e stress associado à infertilidade e aos tratamentos de RMA A ansiedade e a depressão não provocam diretamente alterações dos espermatozóides nem dos ovócitos. Porém, indiretamente, o stress é causa de infertilidade, afetando a concepção espontânea, a qualidade do sêmen e a implantação. Vários exemplos testemunham o impacto da ansiedade e da depressão: os homens bloqueiam frequentemente quando têm de ter relações sexuais em dias e horas predeterminadas; a ausência de ligações afetivas fortes condiciona uma diminuição do número das relações sexuais e da qualidade do sêmen; quando os homens se vão masturbar para colher o sêmen destinado ao tratamento, cerca de 1-5% bloqueiam psicologicamente e não conseguem executar a tarefa, sendo necessário usar métodos alternativos; cerca de 10-15% das amostras de sêmen colhidas para o tratamento apresentam piores parâmetros do que as amostras colhidas fora dos tratamentos; em cerca de 10% dos casais, após estes serem bem recebidos pelo médico e quando este os descansa e inicia o estudo correto para o diagnóstico, surge uma gravidez espontânea apenas devido ao relaxamento; após a transferência dos embriões para a cavidade uterina, a mulher reage psicologicamente como se fosse seguro ir engravidar e desenvolve muita ansiedade na espera da análise da implantação e na ecografia da 5-7ª semana, o que causa muito sofrimento, provoca queixas psicossomáticas e baixa a taxa de gravidez. Por esse motivo, quando vem a menstruação ou a análise da βhCG é negativa, entram muito facilmente em depressão; ocorrem divórcios durante os tratamentos, por culpabilização intra conjugal. Existem também distúrbios psicológicos que podem gerar disfunção sexual, com incapacidade de ter relações sexuais (ausência de ereção ou vaginismo), muitas vezes por défice afetivo real entre o casal, outras vezes por um passado traumatizante (violação). É, por isso,éessencial um acompanhamento por psicóloga, se assim o desejarem, para além do suporte das consultas médicas.



Inflamação pélvica ...

A doença inflamatória pélvica designa a infecção de vários órgãos internos do aparelho genital feminino e das estruturas adjacentes. O problema é, na maioria dos casos, provocado por micro-organismos transmitidos por via sexual, embora também possa ser originado devido a uma eventual complicação no decorrer do parto. Por vezes, o foco infeccioso inicial localiza-se na camada mucosa que reveste o útero (endometrite) enquanto que noutros casos reside nas trompas de Falópio (salpingite), de onde se dissemina para a cavidade abdominal.

Os sinais e sintomas dependem do grau de evolução do problema. Por vezes, a manifestação inicial corresponde a uma dor na zona abdominal inferior, em ambos os lados, normalmente acompanhada por febre moderada e pequenas hemorragias vaginais intermenstruais. Este problema pode persistir por um período de tempo mais ou menos prolongado, após o qual se agrava, provocando o aumento da dor abdominal e a subida da temperatura do corpo, associada a uma notória afectação do estado geral. Noutros casos, o problema apenas se evidencia depois da ruptura do abcesso tubário, originando uma pelviperitonite, uma complicação extremamente grave que pode provocar a morte da paciente. Nestes casos, deve-se proceder à imediata hospitalização da paciente, de modo a proceder-se a um diagnóstico preciso e à aplicação do oportuno tratamento, baseado na administração de antibióticos e, eventualmente, na realização de uma intervenção cirúrgica de urgência.

Procure imediatamente um médico!

Endometrite ...

A endometrite corresponde à inflamação do endométrio, a camada mucosa que reveste a cavidade uterina, e pode ser originada por uma infecção em órgãos adjacentes, independentemente de ser proveniente dos genitais externos ou das trompas de Falópio, evidenciando-se principalmente no puerpério, após o parto ou um aborto e, por vezes, devido à retenção de restos de tecido da placenta.
As principais manifestações do problema são dor abdominal, febre e um fluxo vaginal anômalo Em caso de endometrite puerperal removidos os restos placentários. Caso não se proceda ao seu oportuno tratamento, baseado na administração de antibióticos contra o micro-organismo causador e, eventualmente, na eliminação de todos os corpos estranhos no interior do útero, a infecção pode disseminar-se e originar complicações graves.
Por outro lado, a inflamação da mucosa interior do útero pode desencadear a formação de cicatrizes e aderências que podem provocar infertilidade.

Gravidez ectópica

Numa gravidez ectópica ocorre que o óvulo fecundado pelo espermatozoide não chega ao útero e se liga em outro lugar. Uma gravidez ectópica ocorre mais freqüentemente nas trompas de Falópio, causando o que é conhecido como gravidez tubária. Também pode ocorrer no ovário colo do útero, ou no abdômen.
Lembrando que o local normal de implantação do ovo fecundado é no útero.

É mais provável que isso ocorre se a mulher com idade entre 35 e 44 anos, sofreu de infecções, como a doença inflamatória pélvica ou operações na região pélvica, se você tiver fumante endometriose, ou tinha dificuldade de engravidar ou recebeu tratamento de fertilidade.
As primeiras manifestações desta doença são semelhantes aos de uma gravidez normal, náuseas, tonturas, desmaios, entre outros. Com relação aos sintomas típicos são: dor e sangramento vaginal, dor stabbing em seu estômago ou lado da pelve. Se o sangramento pode ser fraqueza ou tonturas e desmaios podem ocorrer hipovolemia ou hipotensão.

O diagnóstico deve ser feito rapidamente, porque as complicações que podem ocorrer são graves.
O diagnóstico é feito com ultra-som e exames de sangue que medem o hormônio gonadotrofina coriônica humana.

Na terapia, temos duas opções:
o tempo de descoberta da gravidez ectópica, onde uma droga chamada injeção de metotrexato o óvulo fertilizado se dissolve e é absorvido pelo organismo, e a outra extremidade em que o diagnóstico é retardado e não há alternativa cirurgia.
Um terço das mulheres que tiveram uma gravidez ectópica pode mais tarde ter um bebê.
Mas algumas mulheres não conseguem engravidar novamente.


Hormônios Femininos

Algumas mulheres teriam, segundo uma nova teoria, uma vulnerabilidade maior à oscilação normal dos hormônios que ocorre durante a sua vida reprodutiva; a vulnerabilidade; poderia explicar problemas como depressão e ansiedade. 

No período pré-menstrual,é quando ocorrem os poços de concentração do estradiol e da progesterona. No-pós parto há uma queda abrupta nos níveis de hormônio.

Na transição para a menopausa os níveis de hormônio variam em um mesmo dia.
O poder do estrogênio aumentaria o tamanho dos neurônios, principalmente em áreas relacionadas a memória. Aumentaria também a concentração de neurotransmissores.

Já a progesterona teria efeito depressivo no sistema nervoso.
Hormônios são substâncias liberadas na corrente sanguínea que agem sobre a atividade de órgãos e estruturas.

Estimuladas por hormônios produzidos no hipotálamo, a glândula pituitária produz os lutei zantes e folículo-estimulante, o fsh.

Ambos, por sua vez, estimulam a maturação dos ovários e a produção dos hormônios estrogênio e progesterona. Os sexuais também são produzidos nas glândulas adrenais.

CLOMID Beneficios e Maleficios

O nome genérico do Clomid é o citrato de clomifeno. Também é vendido sob o nome de Serophene marca. Apesar de não ser uma droga milagrosa, citrato de clomifeno é altamente eficaz. Essa é a razão, talvez, por isso que é também uma das drogas mais consumidas no tratamento de fertilidade. Qualquer pessoa em tratamento de fertilidade precisa aprender tudo o que puder sobre os métodos e os medicamentos que são usados ??em várias fases.

Quem deve tomar Clomid?

Clomid é uma droga de fertilidade. Ele é dado a mulheres que têm problemas de ovulação. Desde a ovulação é o primeiro passo para alcançar a fertilidade, este medicamento é amplamente utilizado por médicos em todo o mundo. 25% das mulheres sofrem de infertilidade devido à anovulação, ou seja, problemas com a ovulação.

Clomid tem um bom histórico. Se você tiver problemas ovulatórios, tais como ovulação irregular, períodos irregulares, síndrome do ovário policístico ou ausência de ovulação, então clomid é uma droga que pode beneficiá-lo. Se houver infertilidade inexplicada, isto é, se a mulher é menor de 35 anos de idade e não foi diagnosticado com algum problema de saúde que é a criação de infertilidade, e se o seu parceiro não tem problemas de infertilidade, em seguida, o citrato de clomifeno é administrado, porque aumenta as chances da concepção.

Como o Clomid trabalho?

Truques Clomid corpo em pensar que não há estrogênio suficiente no sistema. Isso faz com que o corpo a produzir mais FSH (hormônio folículo estimulante) e LH (hormônio luteinizante) e estimula o desenvolvimento de um maior número de folículos que estão sendo produzidos e liberados pelos ovários.

Benefícios do Clomid

O citrato de clomifeno não é caro e, porque ele é tomado por via oral como um comprimido, e não como uma injecção, que é fácil de tomar. O medicamento foi concebido para tornar as mulheres ovulateand ele faz isso 80% do tempo. Isso significa que 80% das mulheres que tomam este medicamento vai ovular no primeiro mês. No entanto, destes, apenas 40% das mulheres vão atingir a gravidez bem sucedida. Isso significa que nem todos os benefícios de Clomid e um médico de fertilidade devem realizar todos os testes de um casal antes de tomar a decisão de administrar este medicamento. A boa notícia é que 30% das mulheres que tomam este medicamento vai conseguir a gravidez no primeiro mês.

Efeitos colaterais de Clomid

Os seguintes efeitos secundários foram reportados. A maioria deles, no entanto, desaparece após a descontinuação da droga:

náusea

visão turva

aumento do ovário

formação de cistos ovarianos

afrontamentos

mudanças de humor

dores de cabeça

nascimentos múltiplos - embora para a maioria das mulheres, a ideia de ter gêmeos é emocionante, gestações múltiplas aumentar a chance de aborto e resultado em uma gravidez mais complicada.

muco cervical inférteis - este é um efeito colateral grave. Clomid pode, por vezes, produzir a seco ou hostil muco cervical. Uma vez que este muco ajuda o esperma a nadar para o útero, o muco cervical hostil pode dificultar a capacidade espermatozóides para engravidar uma mulher.

afinamento do revestimento do útero - Clomid pode afetar negativamente a um revestimento do útero pacientes, tornando mais difícil para o ovo para implante.

Quem não deve tomar Clomid?

Clomid não funciona tão bem em pacientes com excesso de peso, as mulheres com falência ovariana prematura, as mulheres com baixo peso corporal devido à anorexia e amenorreia exercício associado (sem menstruação).

Tornar o trabalho Clomid para você

Antes de tomar qualquer tratamento de fertilidade insistem que o médico faz você sofrer todos os testes necessários. Sua contagem de esperma parceiros e qualidade deve ser testado antes de ser colocado em qualquer tipo de tratamento de fertilidade. Um diagnóstico correto pode fazer a diferença entre uma gravidez bem sucedida ou uma incapacidade de conceber e pior, a perda de uma gravidez.

Se lhe foi receitado citrato de clomifeno, certifique-se que seu médico está a acompanhar seus resultados. Você precisa descobrir se o medicamento está produzindo a ovulação. É incrível como muitos médicos não conseguem fazer isso. Para monitorar a ovulação, você pode usar um monitor de fertilidade ou ter a sua temperatura corporal basal todos os dias. A temperatura do corpo sobe até uma Fahrenheit (meio grau Celsius) em uma mulher após a ovulação. O seu médico pode também fazer um exame de sangue para ver se você está ovulando. Se a ovulação está ocorrendo, mas não são capazes de conceber ou não são capazes de manter a gravidez, então há algum outro problema que não tenha sido diagnosticada.

Se você tiver tomado Clomid e não trabalhou em seis ciclos, certifique-se de que seu médico faz todos os testes antes de colocá-lo em qualquer outro tratamento. Gonadotrofina menopáusica humana (hMG), tais como Pergonal, Metrodin Repronex e podem ser utilizados para estimular os ovários. Apenas uma mulher que passou por um tratamento de infertilidade sabe a dor física, emocional e financeira do mesmo. Seja um paciente informado. Não hesite em fazer perguntas e fazer sua pesquisa antes de fazer parte de um tratamento de fertilidade.

Disclaimer: A informação contida neste artigo é apenas para fins educacionais e não deve ser usada para o diagnóstico ou para orientar o tratamento sem a opinião de um profissional de saúde. Qualquer leitor que se preocupa com a sua saúde deve contactar um médico.


SÍNDROME DOS OVÁRIOS POLICÍSTICOS

É uma doença seria...

Síndrome dos ovários policísticos é um distúrbio hormonal comum nas mulheres em idade reprodutiva. Também conhecida como síndrome de Stein-Leventhal, a doença é definida por um aumento de tamanho dos ovários, que criam várias bolsas cheias de líquido (cistos).
É comum a mulher apresentar elevados níveis de hormônios masculinos, ao ponto de, em certos casos, apresentar características masculinas, como excesso de pelos. Em adolescentes, a menstruação pouco frequente ou ausente pode ser sinal da doença.
A causa exata da síndrome dos ovários policísticos é desconhecida. O diagnóstico e o tratamento precoces podem reduzir o risco de complicações de longo prazo, tais como diabetes do tipo 2 e as doenças cardíacas.
A medicina ainda não descobriu o que causa a síndrome dos ovários policísticos. No entanto, alguns fatores são frequentemente associados com a doença:
Fatores de risco:
Excesso de insulina
Resistência insulínica
Histórico familiar
Baixo peso ao nascer
Pubarca precoce (aparecimento dos pelos pubianos no início da puberdade).
Os primeiros sintomas da síndrome dos ovários policísticos geralmente acontecem logo após a primeira menstruação. Em alguns casos, a doença se desenvolve mais tarde, durante os anos reprodutivos, provavelmente em resposta a algum gatilho hormonal, como o ganho de peso.
Os sintomas variam de pessoa para pessoa, assim como a gravidade. Para ser diagnosticado com a doença, é preciso ter pelo menos dois dos seguintes sinais:
Menstruação anormal, por exemplo, com intervalos menstruais de 35 dias, menos de oito ciclos menstruais por ano, amenorreia por quatro meses ou mais e períodos de menstruação intensa e prolongada.Níveis elevados de hormônios masculinos (andrógenos), que podem resultar em características físicas como excesso de pelos faciais e no corpo, acne adulta ou adolescente severa, calvície de padrão masculino
Pequenos cistos nos ovários identificados em ultrassonografia.
Síndrome dos ovários policísticos pode levar à infertilidade?
A síndrome merece atenção, se não for tratada, pode levar à infertilidade SIM. Quando a síndrome não é tratada, pode deixar a mulher infértil. "Sabe-se que, devido ao aumento dos hormônios masculinos, a paciente tende a ter uma maior quantidade de ciclos não-ovulatórios e uma maior resistência aos hormônios, o que dificulta a produção dos óvulos".
Outro fator gravíssimo da síndrome
Apesar de não atrapalhar as relações sexuais, a síndrome pode favorecer o aborto, caso a grávida não realize um acompanhamento médico. "As mulheres podem ter uma diminuição da produção de progesterona pelo ovário, que é aquele que mantém a gravidez nas suas fases iniciais". Portanto, as futuras mamães com ovário policístico devem receber uma suplementação de progesterona nos primeiros três meses de gestação, para que não se aumente as chances de perder o bebê - quando comparadas com as gestantes sem a doença.
Procure imediatamente o seu médico
Medicina Alternativa
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TROMPAS OBSTRUÍDAS

Uma das causas de INFERTILIDADE

Diversos problemas podem ocasionar a obstrução das trompas uterinas, dentre eles: infecções, endometriose, mioma, cirurgias na região abdominal e até algumas patologias, como a tuberculose, e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), como gonorreia. Além disso, aderências na cavidade abdominal também podem afetá-las e provocar algum tipo de obstrução.
Vale destacar que, no processo de fecundação, as trompas de Falópio têm papel importante, pois por meio delas é possível o encontro entre espermatozoides e óvulo. Ou seja, se houver algum tipo de obstrução ou lesão, a fecundação acaba comprometida e, neste caso, não há a formação do embrião.
A partir de uma suspeita, exames específicos podem identificar se existe algum tipo de obstrução ou lesão. A origem do problema, sua gravidade e localização irão direcionar o tipo de tratamento indicado. Em alguns casos, uma microcirurgia pode corrigir e reajustar o seu funcionamento. Isso não impede que ocorra sequencialmente uma gestação ectópica, um tipo de gravidez anormal que ocorre fora do útero e, geralmente, se dá em uma das trompas, mas pode desenvolver-se também no ovário ou no colo do útero. Este tipo de gestação costuma ser interrompida entre seis e 12 semanas.
Também é importante lembrar que, a tentativa de corrigir a obstrução, não é uma garantia de sucesso para a fertilidade. Existem casos em que, após este tipo de procedimento, a paciente não consegue engravidar e acaba sendo encaminhada para a fertilização in vitro (FIV). Se as trompas também estiverem bastante alteradas (espessas e rígidas) e as pregas da mucosa não forem mais tão visíveis, a microcirurgia é descartada, e a FIV é a melhor solução.
Neste caso, a obstrução nas trompas torna-se irrelevante, afinal os óvulos são retirados do ovário e fertilizados (in vitro), ou seja, em laboratório. Assim que ocorre a fertilização, os embriões são transferidos diretamente para o útero, onde irá ocorrer a gestação de forma natural.
A MEDICINA ALTERNATIVA
Tem ajudado em cerca de 90% , muitas mulheres na desobstrução das trompas com produtos 100% NATURAIS, nos casos da matéria acima citados. A maioria das mulheres que nos procuram tem entre 30 e 50 anos; mulheres que já usaram todos os recursos da medicina convencional sem nenhum sucesso. Chegam aqui sem expectativas pois já estiveram com os melhores especialistas em reprodução humana e tentaram 1,2 ou até 3 vezes sem obter o resultado desejado o POSITIVO e muitas das que conseguiram a gravidez não seguiu adiante por várias razões.
Não estou prometendo ha vocês 100% de certeza mais estamos dando a todas 90% de chances, isso é muito quando já não há mais nenhuma. Temos ajudado a muitas mulheres como vocês podem ter lido ai nos depoimentos aqui no nosso Blog.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

ÓVULOS DE COPAÍBA e outros

Óvulos Medicinais
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Temos todos os Óvulos Medicinais das imagens abaixo

o que é???

Via vaginal é uma via de administração utilizada pela medicina, constituindo na aplicação de

fármacos introduzidos na mucosa vaginal.
*As preparações existentes para uso vaginal compreendem os óvulos, comprimidos, cápsulas de gelatina mole, aerossolizes, irrigações e injeções. Dá-se especial importância aos óvulos pois estes são exclusivos desta via.O efeito proporcionado geralmente é a penas local. 

*Óvulos, também conhecidos como supositórios vaginais, bolas vaginais, cones vaginais,existem na forma ovoide, são sólidos e geralmente moles via
de regra.



Indicações:
No tratamento tópico das inflamações, infecções ou lesões teci-duais cérvico - vaginais (por ex. corrimentos cervicais e vaginais causados por bactérias, tricô monas, infecções fúngicas, vaginites,feridas do colo do útero, hemorragias,antisséptico,etc...

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sábado, 24 de janeiro de 2015

HIGIENE ÍNTIMA MASCULINA

REQUER CUIDADOS QUE MUITOS HOMENS NÃO TÊM
A praticidade com que os homens utilizam os toaletes costuma ser motivo de inveja para as mulheres: eles não precisam sentar no vaso sanitário para urinar e, muito menos, contar com papel higiênico para se secar. Entretanto, o que tradicionalmente é encarado como uma comodidade não é a postura correta. É preciso, sim, enxugar o pênis, para que a região não fique úmida e, consequentemente, suscetível à proliferação de fungos. Assim como esse detalhe, muitos outros sobre higiene íntima masculina não são levados a sério pelos homens.

* Veja as causas e sintomas do câncer de pênis* Prevenção do câncer de próstata

Se muitos se esquecem ou deliberadamente não lavam as mãos depois de usar o banheiro, imagine quantos se lembram, ou até mesmo sabem, que é recomendável enxaguá-las também antes de urinar? O raro hábito soa estranho, mas os urologistas afirmam que é importante cultivá-lo para não levar bactérias à região peniana e evitar infecção por alguma DST.

Na hora do banho, por exemplo, o pênis deve ser lavado com especial atenção. Além de evitar mau odor, a limpeza evita infecções por fungos e bactérias e o câncer de pênis. O urologista Rogério Simonetti, professor de Urologia da Unifesp (Escola Paulista de Medicina), explica que para limpar completamente é preciso retrair o prepúcio (pele que recobre a glande), lavar em volta da glande com sabonete e retirar todo o esmegma — secreção branca composta de células epiteliais descamadas, óleos e gorduras produzidas pelas glândulas do pênis – que fica acumulado na região, estendendo a higiene aos testículos, virilha e ânus.
Simonetti ressalta que a cautela deve ser redobrada nos homens que não operaram a fimose, já que o estreitamento pelo prepúcio facilita o acúmulo de sujeiras. Muitas vezes, nestes casos, é preciso utilizar sabonete íntimo, com pH fisiológico (entre 5 e 6), visto que alguns homens podem apresentar irritações da glande e do prepúcio com mais frequência.
Outra informação muitas vezes desconhecida é a importância de lavar o pênis após a relação sexual. O asseio ajuda a remover o lubrificante do preservativo que fica misturado ao sêmen. “Nas relações sem proteção também deve ser feita a higiene para remover o resíduo de esperma misturado às secreções vaginais”, acrescenta Simonetti. “Apesar de não garantir a proteção, a lavagem pode diminuir a probabilidade de infecção”, afirma Arap.

* Anomalias dos genitais masculinos

Em relação ao hábito de depilar a região, os especialistas dividem a mesma opinião: não há necessidade, apenas aparar os pelos é suficiente. “A depilação dos pelos pubianos aumenta a chance de inflamação cutânea, podendo causar foliculite – inflamação dos folículos capilares” explica Arap. A irritação pode ser agravada caso a peça íntima seja muito apertada, sem contar que cuecas mais soltas, tipo samba-canção, facilitam a circulação de ar e evitam umidade no pênis, por isso são as mais recomendadas pelos especialistas.
Quanto ao tipo de tecido, os modelos feitos de algodão são os melhores, pois os sintéticos aumentam a transpiração da região peniana. Para Arap, a questão mais relevante não é o modelo nem o tecido, e sim, não utilizar peças íntimas molhadas, que facilitam a proliferação de fungos.

Consequências da higiene precária

Além de infecções, a falta de higiene pode acarretar problemas mais sérios à saúde do homem, como aumentar o risco de surgimento do câncer de pênis. Apesar de raro (representa apenas 2% dos tumores malignos), a doença pode levar à amputação do órgão e até ao óbito, caso não seja tratada rapidamente. De acordo com o INCA-Instituto Nacional Do Câncer em 2009 surgiram 4637 novos casos de tumor peniano, sendo a maioria na região norte e nordeste.
A fimose também aumenta a possibilidade de surgimento do tumor. O risco ainda é maior quando o prepúcio deixa a passagem muito estreita, pois, com a glande encoberta pela pele, o paciente pode demorar para notar sintomas visíveis. Segundo Arap, a circuncisão (cirurgia da fimose) é considerada fator de proteção, capaz de reduzir para zero a probabilidade de contrair a doença.
Mais frequentemente, a falta de asseio pode causar balanite, uma inflamação na glande ou no prepúcio. Os principais sinais e sintomas são: sensação de coceira, ardor ou até mesmo dor na glande, que fica com a superfície avermelhada e apresenta secreções purulentas. Caso se prolongue até o prepúcio, a pele nessa região também fica vermelha e dolorida.
A falta de higiene íntima pode ainda acarretar problemas para as parceiras sexuais. Devido à anatomia do seu órgão genital, as mulheres são mais expostas a fungos e bactérias e contraem doenças com mais facilidade.